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Música Contemporânea
Em Direto
Música Contemporânea Pedro Coelho

Ópera

Lyric Opera of Chicago | 6, 13 e 14 Outubro | 18h00

Bellini | Norma || Bizet | Carmen || Tchaikovsky | Eugen Onegin

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Lyric Opera of Chicago | 6, 13 e 14 Outubro | 18h00 Lyric Opera of Chicago | 6, 13 e 14 Outubro | 18h00

6, 13 e 14 Outubro | 18h00

Programa Mezza-Voce    
Apresentação e Realização: André Cunha Leal 
Produção: Susana Valente     


Ciclo Lyric Opera of Chicago

Bellini | Norma || Bizet | Carmen || Tchaikovsky | Eugen Onegin

Gravações pela Chicago Fine Arts Station
a 28 de Janeiro de 2016, 11 e 26 de Fevereiro de 2017 





6 Out. | 18h00 

Vicenzo Bellini | Norma 

Oroveso: Andrea Silvestrelli (B)
Flavio: Jesse Donner (T)
Pollione: Russell Thomas (T)
Norma: Sondra Radvanovsky (S)
Adalgisa: Elizabeth DeShong (S)
Clotilde: Hlengiwe Mkhwanazi (MS)

Coro e Orquestra da Ópera Lírica de Chicago
Direção de Riccardo Frizza


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Norma
Ópera em 2 atos

Música de Vincenzo Bellini (1801-1935)
Libreto de Felice Romani (1788-1865) a partir da tragédia do dramaturgo francês Alexandre Soumet

Esta ópera foi estreada no Teatro alla Scala, em Milão, a 26 de Dezembro de 1831.A primeira récita foi uma deceção para Bellini que esperava uma receção entusiástica similar às que anteriormente apresentara naquele teatro, o que não ocorreu. Contudo, nas sequentes apresentações, o interesse do público foi crescendo, tornando-se num sucesso.
Na Primavera de 1930, Bellini fora convidado pelo empresário do Teatro alla Scala para compor duas óperas para a temporada seguinte, uma para o Outono e outra para o Carnaval do ano seguinte. O compositor escolheu a tragédia do dramaturgo francês Alexandre Soumet "Norma, ou o Infanticídio", que estava a ter grande êxito no Teatro Odeon em Paris. O papel principal destinava-se à cantora italiana Giuditta Pasta, considerada uma das maiores do seu tempo. O papel de Norma é, de facto, tido como um dos mais difíceis de toda a História da Ópera, e não apenas da ópera italiana.

Para saber mais sobre os antecedentes e argumento desta ópera, clicar aqui.






13 Out. | 18h00 

Georges Bizet | Carmen 

Carmen: Anita Rachvelishvili (MS)
Don José: Brandon Jovanovich (T)
Micaëla: Eleonora Burato (S)
Escamillo: Christian van Horn (BT)
Zuniga: Bradley Smoak (B)

Coro e Orquestra da Ópera Lírica de Chicago
Direção de Ainars Rubikis


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Carmen
Ópera em quatro atos

Música de Georges Bizet (1838-1875)
Libreto de Henri Meilhac (1831-1897) e Ludovic Halévy (1834-1908)

Logo após a sua publicação em 1845, Carmen, a novela de Prosper Merimée foi rotulada de chocante e escandalosa. Trinta anos mais tarde, Georges Bizet estreia a "sua" Carmen no Teatro Nacional da Ópera Cômica, em Paris, três meses antes de morrer. Esta é, desde então, uma das óperas mais frequentemente encenadas em todo o mundo. A história da cigana que enfeitiça os homens mas que não hesita em morrer em nome da liberdade e do amor, permanece como um dos mais impressionantes e imutáveis mitos contemporâneos que lidam com a misteriosa natureza da Mulher. 
Ao longo dos anos, Carmen tem sido revisitada por inúmeros encenadores, ganhando novas facetas e leituras. No entanto, permanece o elemento essencial: Carmen, a anti-heroína fatal é o centro inflexível de todas as versões. 

Para saber mais sobre o argumento desta ópera, clicar aqui.      





14 Out. | 18h00 

Piotr Ilich Tchaikovsky | Eugen Onegin 

Tatiana: Ana Maria Martínez (S)
Olga: Alisa Kolosova (CA)
Larina: Katharine Goeldner (MS)
Filipyevna: Jill Gove (MS)
Lensky: Charles Castronovo (T)
Eugen Onegin: Mariusz Kwiecien (BT)
Capitão: Takaoki Onishi (B)
Triquet: Keith Jameson (T)
Príncipe Gremin: Dimitry Belosselskyi (B)
Coro e Orquestra da Ópera Lírica de Chicago
Direção de Alejo Pérez


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Eugene Onegin 
Ópera em 3 atos

Música de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893)
Libreto de Tchaikovsky e de Konstantin Shilovsky, baseado em Eugene Onegin, romance em verso de Alexander Pushkin, publicado em 1831.

Esta é a 6ª ópera de Tchaikovsky, escrita e composta durante nove meses, entre Maio de 1877 e Fevereiro de 1878. Para a estrear, o compositor russo exigiu que a récita ficasse a cargo duma companhia de Estudantes do Conservatório, pois no seu entender, só eles possuíam as qualidades necessárias para o sucesso da ópera: cantores bem formados e disciplinados que saibam representar com naturalidade; uma cenografia que retrate fielmente o ambiente da época, sem luxos supérfluos; um coro de intérpretes que se impliquem na acção; e um maestro que seja também um director musical. 
Seguindo estes requisitos, Eugene Onegin foi estreada no Teatro Maly, também conhecido por Pequeno Teatro de Moscovo (por contraponto ao Grande Teatro do Bolshoi), sob a direcção de Nicolai Rubinstein, a 17 de Março de 1879.

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