Comandante-geral da GNR quer modernizar procedimentos para libertar militares

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O comandante-geral da GNR, tenente-general Manuel Mateus Couto, defendeu hoje, em Aveiro, uma aposta na racionalização de recursos e na modernização de procedimentos para libertar os militares para a atividade operacional.

"Os desafios que temos pela frente exigem que paralelamente a uma racionalização de recursos, por via de medidas de eficiência que potenciem a eficácia operacional, encetemos igualmente um esforço de modernização de procedimentos que simplifique a vida do cidadão e permita redirecionar os militares para aquilo que é a essência da sua missão", disse Manuel Mateus Couto.

O comandante-geral da GNR falava durante a cerimónia de tomada de posse do novo comandante do Comando Territorial de Aveiro, coronel de infantaria Nélson Couto.

Mateus Couto referiu ainda que a atual conjuntura "tem obrigado a uma gestão criteriosa, responsável e exigente dos recursos consignados à Guarda, representado um desafio permanente no sentido de superar dificuldades, potenciar as oportunidades e assegurar níveis de operacionalidade adequados".

"Este exercício torna-se ainda mais relevante numa conjuntura de contenção orçamental como a que temos vivido", afirmou.

Mateus Couto elogiou ainda o trabalho realizado pelo coronel Agostinho Lopes da Cruz, que cessou as funções de comandante do comando territorial de Aveiro no passado mês de outubro.

O novo comandante da GNR/Aveiro, Nélson Couto, manifestou intenção de potenciar o dispositivo, exercendo especial esforço no combate à criminalidade violenta, e garantir uma maior presença e visibilidade das patrulhas, especialmente nas zonas identificadas como de maior risco ou sujeitas a flutuações sazonais.

Assinalou ainda que o esforço e a preparação dos militares "terão de acompanhar os desafios do futuro", lembrando que a sociedade "é cada vez mais exigente, mais interventiva e mais culta" e o mundo de crime está "cada vez mais sofisticado".

Nélson Couto, de 55 anos, assume a responsabilidade de dirigir uma unidade com mais de 1.136 militares e civis, dos quais 920 estão diretamente afetos ao serviço operacional, o que se traduz num rácio médio de um militar para 640 habitantes.

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