Economia
Conversa Capital
Novo regime de contratação de tarefeiros "é corajoso" mas "tarefeiros zero" não é solução, defende CEO da CUF
O novo regime de contratação de médicos em prestação de serviços para o SNS "é corajoso e vai no sentido correto". Ainda assim, presidente da CUF deixa ficar um alerta: a solução também não é ter "tarefeiros zero".
Imagem e edição vídeo: Pedro Chitas
Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena 1 e do Jornal de Negócios, Rui Diniz admite que, em matéria de contratação de enfermeiros, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é, neste momento, o principal concorrente.
O CEO da CUF adianta mesmo que "se tivéssemos uma melhoria de produtividade no SNS de 5 por cento tinhamos poupanças anuais de 850 milhões de euros" e destaca que 90 por cento da receita arrecadada com IRS está comprometida com o SNS.
Defende que a concentração de urgências deve continuar e admite que os preços dos atos médicos vão continuar a aumentar.
Nesta entrevista Rui Diniz refere que a mudança do SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia) para o SINACC (Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgias) vai trazer mais transparência ao processo.
O presidente da CUF revela ainda que, neste momento, a CUF não está interessada nas Parcerias Público Privadas (PPP).
O CEO da CUF adianta mesmo que "se tivéssemos uma melhoria de produtividade no SNS de 5 por cento tinhamos poupanças anuais de 850 milhões de euros" e destaca que 90 por cento da receita arrecadada com IRS está comprometida com o SNS.
Defende que a concentração de urgências deve continuar e admite que os preços dos atos médicos vão continuar a aumentar.
Nesta entrevista Rui Diniz refere que a mudança do SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia) para o SINACC (Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgias) vai trazer mais transparência ao processo.
O presidente da CUF revela ainda que, neste momento, a CUF não está interessada nas Parcerias Público Privadas (PPP).
Entrevista conduzida por Rosário Lira, da Antena 1, e Diana do Mar, do Jornal de Negócios.