Lisboa recebe primeiro forum de centros europeus criativos
Lisboa, 13 jan (Lusa) - A primeira edição do European Creative Hubs Forum, para debater o trabalho dos centros de indústrias criativas na Europa, tem início hoje, em Lisboa, com a presença de 200 gestores, que vão expor as suas experiências até quinta-feira.
O fórum, que decorrerá no cinema São Jorge, em Lisboa, vai debater metodologias, práticas de trabalho e de desenvolvimento de redes de colaboração ao nível local, nacional e europeu.
A organização, da responsabilidade do British Council e da Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT), promoveu uma sessão de "aquecimento" ("warm-up"), no passado mês de dezembro, no espaço da Trienal de Arquitetura de Lisboa, para apresentação dos temas do programa do European Creative Hubs Forum Lisbon 2015.
No fórum vão participar, entre outros, Ben Evans, diretor do Arts Programmes and Partnerships do British Council Portugal, Cristina Farinha, diretora executiva da ADDICT, Fernando Nabais, gestor de projeto da Creative Economy Iberia, David Furmage, do "Cluster 2020" da Aliança Europeia das Indústrias Criativas (European Creative Industries Alliance).
Paulo Soeiro de Carvalho, da Direção Municipal de Empreendedorismo e Inovação da Câmara Municipal de Lisboa, vai apresentar exemplos desenvolvidos em Lisboa, na sessão "Lisboa Cidade Criativa", a decorrer na tarde de quarta-feira.
O programa do fórum prevê a apresentação de estudos de casos internacionais, como o projeto italiano de `design` Fábrica ou a incubadora britânica de novas tecnologias CodeBase, com a sua aplicação Stipso, além de procurar estabelecer oportunidades de `networking`, discussão de políticas públicas e ações de capacitação para apoio financeiro e modelos de negócio.
Os objetivos do European Creative Hubs Forum são o encontro e a futura colaboração dos espaços de produção e incubação criativa e as empresas e organizações do setor ao nível regional, nacional e europeu, fomentar a troca de experiências sobre as necessidades ao nível das infraestruturas, modelos de negócios e competências e formação na gestão destas organizações.