Cultura
"O fado também tem lugar num ambiente mais festivaleiro"
Participar no NOS Alive, festival que já conhecia como público, tornou a noite especialmente feliz para a fadista Diana Vilarinho.
Margarida Vaz - RTP Antena 1
A existência do palco Fado Café no festival NOS Alive representa, na opinião de Diana Vilarinho, uma oportunidade para aproximar o género de novos públicos. “É super importante para o fado e para nós, fadistas”, afirma.
“Faz com que outras pessoas nos conheçam, pessoas que, à partida, talvez não nos fossem conhecer de forma natural”.
Com o segundo álbum lançado recentemente, "Uma Carta Escrita", a cantora Diana Vilarinho adaptou o alinhamento ao contexto do festival, deixando de fora alguns dos temas “mais tristes” e privilegiando um ambiente mais festivo.
“Acredito que o fado também tem lugar num ambiente mais festivaleiro», sublinha, prometendo apresentar o novo disco «acima de tudo, num ambiente de festa”.
Apesar da vontade de explorar outros caminhos e colaborar com diferentes músicos, o fado continua no centro da identidade artística de Diana Vilarinho. “Quase que nasci e cresci dentro do fado. É o estilo musical que mais me toca profundamente”.
A fadista Diana Vilarinho mantém, contudo, a porta aberta a novas experiências: “Tudo o que seja para cantar e fazer coisas novas”.