Cultura
Vhils preenche os espaços vazios de metropolitanos e comboios em Paris
O artista português de arte urbana que a "ideia de fazer uma exposição sobre não-lugares" é um projeto de várias viagens que não pertencem a ninguém e que são "o último reduto em " que temos ainda alguma paz no meio da rua, quando não estamos agarrados ao telemóvel".
Esta afirmação é o ponto de partida de uma conversa de Vhils com os correspondentes da RTP, Rosário Salgueiro e Paulo Domingos Lourenço.
Falámos da exposição que se espalha por três andares da Galeria Danysz, a poucos metros da Praça da Bastilhe. As obras de arte, muitas com a técnica tradicional, onde Vhils trabalha cartazes resgatados às cidades, colados uns sobre os outros, e outras tantas com técnicas novas. Podemos encontrar um pedaço do metro de Lisboa retrabalhado onde são cravados olhares anónimos. Neste ambiente que nos lembra os sons das chegadas e partidas, a solidão e a proximidade dos passageiros, um dos mais universais artistas portugueses trabalha azulejos que já revestiram os espaços subterrâneos. A técnica, mais uma nova, chega ao osso das peças de cerâmica, coladas umas às outras. Aqui o material torna-se suporte que revela olhares fugazes, anónimos, em passagens e transições diárias, de várias cidades do mundo.
Esta exposição de Vhils mostra-se aos visitantes desta sexta-feira até 20 de junho.
O artista urbano da Margem Suil de Lisboa estará também a partir de dia 27 de maio e até 30 de agosto, no Grande Hall de La Villette, na capital francesa, numa coletiva sobre as Lendas do Graffiti e da Arte de Rua de Paris.
Falámos da exposição que se espalha por três andares da Galeria Danysz, a poucos metros da Praça da Bastilhe. As obras de arte, muitas com a técnica tradicional, onde Vhils trabalha cartazes resgatados às cidades, colados uns sobre os outros, e outras tantas com técnicas novas. Podemos encontrar um pedaço do metro de Lisboa retrabalhado onde são cravados olhares anónimos. Neste ambiente que nos lembra os sons das chegadas e partidas, a solidão e a proximidade dos passageiros, um dos mais universais artistas portugueses trabalha azulejos que já revestiram os espaços subterrâneos. A técnica, mais uma nova, chega ao osso das peças de cerâmica, coladas umas às outras. Aqui o material torna-se suporte que revela olhares fugazes, anónimos, em passagens e transições diárias, de várias cidades do mundo.
Esta exposição de Vhils mostra-se aos visitantes desta sexta-feira até 20 de junho.
O artista urbano da Margem Suil de Lisboa estará também a partir de dia 27 de maio e até 30 de agosto, no Grande Hall de La Villette, na capital francesa, numa coletiva sobre as Lendas do Graffiti e da Arte de Rua de Paris.