Economia
1,8 mil milhões. Portugal recebe segunda parcela das verbas do PRR no início de 2023
Portugal vai receber uma segunda parcela das verbas do Plano de Recuperação e Resiliência no início do próximo ano. A Comissão Europeia considera que foram cumpridas a exigências para que sejam enviados 1,8 mil milhões de euros.
A Comissão Europeia deu luz verde ao segundo desembolso a Portugal do PRR, considerando assim que o país cumpriu com sucesso os 20 marcos e metas exigidos por Bruxelas para poder receber este reembolso.
Em causa está o pedido de financiamento ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) apresentado por Portugal à Comissão Europeia em setembro, no valor de 1,8 mil milhões de euros, dos quais 1,71 mil milhões de euros em subvenções e o restante em empréstimos. Andrea Neves, correspondente da Antena 1 em Bruxelas
Entre os 20 marcos impostos por Bruxelas incluem-se reformas e investimentos na área da saúde, como a entrada em vigor do novo modelo de contratação de gestão, e da transição ecológica e da adaptação às alterações climáticas, como a aprovação de projetos de inovação de bioeconomia no têxtil, calçado e setor da resina, do crescimento inclusivo e sustentável.
Durante a sua intervenção no Parlamento esta sexta-feira, a ministra da Presidência afirmou que o Governo mantém o objetivo de garantir "o pleno aproveitamento dos fundos europeus". "Prosseguimos a implementação do PRR nos termos em que estava programado, tal como a Comissão Europeia confirmou com a validação, em maio, do cumprimento dos 38 marcos e metas definidos até ao final de 2021, e que permitiu o pagamento do primeiro desembolso", disse Mariana Vieira da Silva.
“No PRR constam muitos programas de digitalização na área da justiça, segurança social e da administração como um todo, que serão muito relevantes para dispormos de mais e melhor informação”, disse a ministra da Presidência.
Em causa está o pedido de financiamento ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) apresentado por Portugal à Comissão Europeia em setembro, no valor de 1,8 mil milhões de euros, dos quais 1,71 mil milhões de euros em subvenções e o restante em empréstimos. Andrea Neves, correspondente da Antena 1 em Bruxelas
Entre os 20 marcos impostos por Bruxelas incluem-se reformas e investimentos na área da saúde, como a entrada em vigor do novo modelo de contratação de gestão, e da transição ecológica e da adaptação às alterações climáticas, como a aprovação de projetos de inovação de bioeconomia no têxtil, calçado e setor da resina, do crescimento inclusivo e sustentável.
As verbas desta segunda tranche destinam-se em 30 por cento para a transição verde, 27 por cento para a transição digital, 18 por cento para a coesão territorial e social e dez por cento para a saúde.
Durante a sua intervenção no Parlamento esta sexta-feira, a ministra da Presidência afirmou que o Governo mantém o objetivo de garantir "o pleno aproveitamento dos fundos europeus". "Prosseguimos a implementação do PRR nos termos em que estava programado, tal como a Comissão Europeia confirmou com a validação, em maio, do cumprimento dos 38 marcos e metas definidos até ao final de 2021, e que permitiu o pagamento do primeiro desembolso", disse Mariana Vieira da Silva.
“No PRR constam muitos programas de digitalização na área da justiça, segurança social e da administração como um todo, que serão muito relevantes para dispormos de mais e melhor informação”, disse a ministra da Presidência.
Estes 1,8 mil milhões de euros vão juntar-se aos 1,16 mil milhões de euros que Portugal recebeu no primeiro reembolso, pago em março.
c/ Lusa