Economia
Reabriu a autoestrada A1 em Coimbra
Reabriu de forma condicionada às 19h30 o troço da A1 interrompido na zona de Coimbra depois de o piso da autoestrada ruir por cima de dique que cedeu.
De acordo com a concessionária Brisa, a circulação na autoestrada A1 foi restabelecida, de forma condicionada, entre o nó de Coimbra Norte e Coimbra Sul cerca das 19h30.
"A medida é aplicada na sequência da conclusão dos trabalhos de estabilização da laje de transição na plataforma Sul / Norte, que ocorreram no início desta semana, e tem como objetivo minimizar o impacto para os utilizadores, dada a importância estratégica da A1 para a mobilidade nacional", indica a Brisa, em comunicado.
Em 11 de fevereiro, o rebentamento do dique de Casais, na margem direita do rio Mondego, em Coimbra, junto à autoestrada A1, levou à erosão do encontro norte com o Viaduto C e subsequente abatimento da plataforma da A1 ao quilómetro 191.
De acordo com a Brisa, até à conclusão das obras, não serão cobradas portagens em toda a extensão do sublanço, entre os nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul.
Esta solução temporária de reposição condicionada do trânsito, numa extensão de aproximadamente dois quilómetros, limitada a uma via por sentido, utiliza exclusivamente a faixa que não sofreu danos estruturais (sentido Sul/Norte), detalhou a concessionária.
"A solução foi sujeita à avaliação técnica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), mereceu decisão favorável do Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) e permite viabilizar a circulação entre Lisboa e Porto através da principal autoestrada do país, depois do rebentamento do dique do Mondego ter provocado uma rutura na plataforma", frisou a Brisa.
A Brisa assegurou ainda que "todas as intervenções e decisões são tomadas dando total prioridade à segurança, tanto para os trabalhadores envolvidos na obra como de todos os que circulam nas suas autoestradas", instando os condutores a circularem "com total respeito pela sinalização temporária implementada".
c/ Lusa