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Ações da Cimpor descem 3,36% na abertura da sessão da Bolsa

Ações da Cimpor descem 3,36% na abertura da sessão da Bolsa

Lisboa, 21 jun (Lusa) -- As ações da Cimpor abriram hoje a descer 3,36 por cento, um dia após a empresa cimenteira ter passado a ser detida pela brasileira Camargo Corrêa, depois da Operação Pública de Aquisição (OPA) lançada pela sua participada Intercement.

Lusa /

Na abertura da sessão da Bolsa de Lisboa, as ações da Cimpor estavam a desvalorizar 3,36 por cento, valendo 5,26 euros cada uma, abaixo do preço oferecido na OPA.

Na quarta-feira, a Camargo Corrêa passou a ser dona de 94,81 por cento do capital da Cimpor - Cimentos de Portugal, que correspondem a 95,69 por cento de direitos de voto.

A empresa, que já era a principal acionista da Cimpor (32,9 por cento), ofereceu 5,50 euros por cada ação da cimenteira portuguesa e conseguiu que alguns dos acionistas mais importantes vendessem as suas participações, nomeadamente o Fundo de Pensões do BCP (10 por cento), o empresário Manuel Fino (9,8 por cento) e a Caixa Geral de Depósitos (9,6 por cento).

A também brasileira Votorantim, que era a segunda acionista da Cimpor, com 21,2 por cento do capital, não aceitou vender, mas concordou fazer uma permuta de ativos com a Camargo Corrêa como contrapartida da sua participação.

Na terça-feira, último dia da OPA, as ações da Cimpor fecharam a valer 5,644 euros, preço superior ao valor oferecido pela companhia brasileira que lançou a oferta.

O presidente da Intercement garantiu não querer que a empresa saia da bolsa, mas a Euronext Lisboa decidiu suspender temporariamente a Cimpor do principal índice da bolsa portuguesa, o PSI20, a partir de 22 de junho, sexta-feira.

 

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