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Aliança do Pacífico deverá converter-se no motor económico da região

Aliança do Pacífico deverá converter-se no motor económico da região

Mérida, México, 04 dez (Lusa) - Chile, Colômbia, México, Panamá e Peru, membros da Aliança do Pacífico, avançaram para uma integração das suas economias para converter a zona num motor de desenvolvimento da América Latina e um bloco "forte, unido e dinâmico" na região.

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Durante a II Cimeira da Aliança do Pacífico celebrada no domingo no Centro de Convenções Século XXI da cidade mexicana de Mérida, as quatro nações acordaram acelerar o passo no desenvolvimento de uma zona livre de circulação de bens, serviços, capitais e pessoas.

Além disso, fixaram um prazo de seis meses para que os governantes do México, Felipe Calderón; Chile, Sebastián Piñera; Colômbia, Juan Manuel Santos, e Peru, Ollanta Humala, que esteve representado em Mérida por Rafael Roncagliolo, firmem o tratado constitutivo da Aliança do Pacífico.

A Cimeira terá lugar no Chile em junho, onde os chefes de estado deverão subscrever o acordo para a fundação da Aliança, que aspira a liderar o desenvolvimento da América latina e converter-se no principal interlocutor económico da região a nível mundial.

A Aliança do Pacífico, cuja população supera os 200 milhões de pessoas, "permitir-nos-á ir mais além da soma dos tratados comerciais e bilateriais" e consolidar uma zona de "integração profunda" crucial para o futuro de América Latina, destacou Calderón.

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