Economia
Banco BIC pode receber até 1200 trabalhadores do BPN
A compra do BPN por parte do Banco BIC irá permitir que entre 1000 a 1200 trabalhadores do banco nacionalizado pelo Estado português possam transitar para a nova entidade patronal com capitais luso-angolanos. A informação foi prestada pelo presidente do Sindicato dos Bancários Sul e Ilhas que está a negociar o acordo de empresa do BPN com o Governo, essencial para ser concluída a compra da instituição.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, Rui Riso, em declarações à Agência Lusa, considera que “com a dimensão nacional e a abrangência que o BIC pretende ter deverá precisar de 1.000 a 1.200 trabalhadores".
Segundo o dirigente sindical, tendo em conta que ficou acordado que o BIC vai manter 160 agências, além de que este poderá diversificar a sua atividade para os negócios dos cartões, por exemplo, que tem elevada rendibilidade, há a expectativa que "os números de trabalhadores sejam superados de forma significativa".
De acordo com o protocolo acordado entre o BIC e o Governo, o banco luso-angolano tem de ficar, no mínimo, com 750 trabalhadores do BPN, mas o presidente do Banco BIC, Mira Amaral, já afirmou publicamente que o banco deverá ficar com mais do que 750 trabalhadores do BPN, uma decisão que, no entanto, só será tomada no final do ano.
"Já fizemos uma análise dos serviços centrais. Quando tomarmos conta do banco havemos de fazer uma análise das agências e centros de empresa e só depois disso, no fim do ano, podemos dizer com quantos trabalhadores iremos ficar", referiu Mira Amaral em declarações à Agência Lusa.
Um só acordo de empresa
O Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas está também neste momento a negociar com o Ministério das Finanças alterações ao Acordo de Empresa do BPN, um ponto que ficou definido no acordo com o Governo como essencial para a concretização do negócio, que deverá ficar fechado até 15 de fevereiro.
Recorde-se que Mira Amaral já afirmou que no acordo feito com o Governo está referida a necessidade do BPN ter o mesmo Acordo de Empresa do Banco BIC de forma a não existir qualquer confusão com dois instrumentos de contratação coletiva.
O acordo para a compra do BPN pelo Banco BIC foi assinado a 9 de dezembro pelo Ministério das Finanças, tendo o banco de capitais luso-angolanos pago 10 milhões de euros pela operação, o equivalente a 25 por cento do valor total do negócio.
O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros.
Segundo o dirigente sindical, tendo em conta que ficou acordado que o BIC vai manter 160 agências, além de que este poderá diversificar a sua atividade para os negócios dos cartões, por exemplo, que tem elevada rendibilidade, há a expectativa que "os números de trabalhadores sejam superados de forma significativa".
De acordo com o protocolo acordado entre o BIC e o Governo, o banco luso-angolano tem de ficar, no mínimo, com 750 trabalhadores do BPN, mas o presidente do Banco BIC, Mira Amaral, já afirmou publicamente que o banco deverá ficar com mais do que 750 trabalhadores do BPN, uma decisão que, no entanto, só será tomada no final do ano.
"Já fizemos uma análise dos serviços centrais. Quando tomarmos conta do banco havemos de fazer uma análise das agências e centros de empresa e só depois disso, no fim do ano, podemos dizer com quantos trabalhadores iremos ficar", referiu Mira Amaral em declarações à Agência Lusa.
Um só acordo de empresa
O Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas está também neste momento a negociar com o Ministério das Finanças alterações ao Acordo de Empresa do BPN, um ponto que ficou definido no acordo com o Governo como essencial para a concretização do negócio, que deverá ficar fechado até 15 de fevereiro.
Recorde-se que Mira Amaral já afirmou que no acordo feito com o Governo está referida a necessidade do BPN ter o mesmo Acordo de Empresa do Banco BIC de forma a não existir qualquer confusão com dois instrumentos de contratação coletiva.
O acordo para a compra do BPN pelo Banco BIC foi assinado a 9 de dezembro pelo Ministério das Finanças, tendo o banco de capitais luso-angolanos pago 10 milhões de euros pela operação, o equivalente a 25 por cento do valor total do negócio.
O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros.