CDS-PP quer saber "parte má", reclama "contributo" para aspetos "positivos" do acordo
Lisboa, 03 mai (Lusa) -- A deputada do CDS-PP Assunção Cristas considerou hoje positiva a não privatização do banco público, e a ausência de cortes nas pensões e no salário mínimo, mas alertou que falta conhecer a "parte má" do acordo de assistência financeira.
Assunção Cristas reclamou para o CDS "um contributo muito sólido quando teve a sua conversa com a missão europeia" relativamente a medidas que não constarão do acordo para ajuda financeira com a `troika`, composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE).
Para o CDS-PP, é positivo que "as pensões mais baixas, das pessoas com menos recursos, as pensões mínimas, sociais e rurais, não devem merecer qualquer corte", e não haver "mexidas no salário mínimo", assim como a não privatização da Caixa Geral de Depósitos, dada a "necessidade de haver um banco público" para "servir de fomento à economia, portanto".