Economia
Chuva e granizo destruíram 35% da produção de cereja no Fundão
A chuva e o granizo da última semana destruíram cerca de 35%, em média, da produção de cereja no município do Fundão, o que representa sete milhões de euros de prejuízos, disse hoje o presidente da Câmara.
Na sessão de lançamento da campanha da Cereja do Fundão 2026, Miguel Gavinhos deixou uma "palavra de solidariedade a todos os produtores que perderam a produção, mas também uma palavra de coragem" para o que irá ser a campanha da cereja, até ao final, em meados de julho.
"Estimamos que a produção tenha sido afetada no concelho do Fundão em cerca de 35%. Foi o levantamento que fizemos na média da produção. Sobretudo na cereja, a produção do mês de maio foi muito afetada", revelou o presidente daquele município do distrito de Castelo Branco.
O autarca acrescentou ainda que existem produtores no município que viram a sua produção afetada em cerca de 80%.
"Mas a média, aquilo que estimamos no impacto entre as diferentes zonas do concelho, foi de 35% de prejuízos", reafirmou.
Segundo o autarca eleito pelo PSD, os danos provocados pelas intempéries do início do mês representam, "dentro de um quadro de 20 e poucos milhões de euros que vale a produção no concelho do Fundão, um prejuízo de sete milhões de euros".
"Já pedimos a intervenção do Governo e falámos com as organizações de produtores regionais e locais. Estamos a pedir ao ministério [da Agricultura] que, dentro do que possa ser a cobertura para este tipo de prejuízo, possa garantir algum tipo de compensação", frisou.
O autarca vincou que, apesar dos dissabores face ao mau tempo, o município está decidido a "levantar os braços" e comunicar ao país "uma campanha forte" de promoção da cereja do Fundão, como vem sucedendo há mais de duas décadas.
"Este é um ano de Mundial de Futebol. Estas campanhas [promocionais] começaram no Euro 2004, quando a cereja do Fundão era `o fruto da nossa seleção`. É o nosso desejo que este fruto possa ser o da nossa seleção e que sirva de suplemento vitamínico para termos também um grande resultado no próximo mês de junho e possamos conquistar o melhor resultado possível no Mundial", declarou.
A Cereja do Fundão IGP (Indicação Geográfica Protegida) é um fruto da região da Cova da Beira, cuja produção, segundo o presidente do município, corresponde a cerca de 65% do total nacional.
"Estimamos que a produção tenha sido afetada no concelho do Fundão em cerca de 35%. Foi o levantamento que fizemos na média da produção. Sobretudo na cereja, a produção do mês de maio foi muito afetada", revelou o presidente daquele município do distrito de Castelo Branco.
O autarca acrescentou ainda que existem produtores no município que viram a sua produção afetada em cerca de 80%.
"Mas a média, aquilo que estimamos no impacto entre as diferentes zonas do concelho, foi de 35% de prejuízos", reafirmou.
Segundo o autarca eleito pelo PSD, os danos provocados pelas intempéries do início do mês representam, "dentro de um quadro de 20 e poucos milhões de euros que vale a produção no concelho do Fundão, um prejuízo de sete milhões de euros".
"Já pedimos a intervenção do Governo e falámos com as organizações de produtores regionais e locais. Estamos a pedir ao ministério [da Agricultura] que, dentro do que possa ser a cobertura para este tipo de prejuízo, possa garantir algum tipo de compensação", frisou.
O autarca vincou que, apesar dos dissabores face ao mau tempo, o município está decidido a "levantar os braços" e comunicar ao país "uma campanha forte" de promoção da cereja do Fundão, como vem sucedendo há mais de duas décadas.
"Este é um ano de Mundial de Futebol. Estas campanhas [promocionais] começaram no Euro 2004, quando a cereja do Fundão era `o fruto da nossa seleção`. É o nosso desejo que este fruto possa ser o da nossa seleção e que sirva de suplemento vitamínico para termos também um grande resultado no próximo mês de junho e possamos conquistar o melhor resultado possível no Mundial", declarou.
A Cereja do Fundão IGP (Indicação Geográfica Protegida) é um fruto da região da Cova da Beira, cuja produção, segundo o presidente do município, corresponde a cerca de 65% do total nacional.