Economia
Guerra na Ucrânia
Crise energética. Governo espanhol apresenta pacote de ajuda de 16 mil milhões de euros
O Governo espanhol prevê aprovar esta terça-feira um pacote avaliado em cerca de 16 mil milhões de euros em ajuda direta e empréstimos para mitigar o impacto da crise energética e as consequências da guerra na Ucrânia nas famílias e empresas.
Após um fim-de-semana intenso de negociações, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e o Podemos acordaram um pacote de medidas para fazer face ao impacto económico da guerra da Ucrânia e ao aumento do preço dos combustíveis que deverá ser aprovado esta terça-feira em Conselho de Ministros.
O plano incluirá cerca de seis mil milhões de euros em ajudas direitas, dez mil milhões em empréstimos subsidiados e limites ao aumento das rendas . As medidas não preveem a redução de impostos mas são aumentados em 15 por cento os mecanismos de proteção social.
"O plano de choque de resposta à guerra protegerá o setor empresarial e cidadãos", disse o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, esta segunda-feira.
Para amenizar o descontentamento social face ao aumento dos combustíveis provocado pela invasão russa da Ucrânia, o Governo espanhol também irá alargar a todos os cidadãos o desconto no combustível. O executivo já tinha oferecido um desconto de 20 cêntimos por litro de combustível para o sector do transporte de mercadorias e agora estenderá esse apoio a todos os consumidores. Dos 20 cêntimos, 15 serão suportados pelo Estado e os restantes cinco pelas companhias petrolíferas. A medida está prevista a entrar em vigor a 1 de abril e durará até 30 de junho.
Para reduzir o custo da fatura da eletricidade, Sánchez anunciou que vai atualizar o sistema de apoio financeiro estatal à geração de energia renovável, o que implica uma redução dos custos de eletricidade até 55 por cento até 2022, no valor de cerca de 1,8 mil milhões de euros.
O Governo limitará ainda os aumentos das rendas das casas a dois por cento durante três meses e as empresas ficam impedidas de demitir funcionários, mas poderão usar esquemas de licença.
Este Plano Nacional pretende aliviar o impacto da crise energética e das consequências da guerra, diminuindo os riscos da inflação, que se teme que possa chegar aos sete por cento este ano.
O plano incluirá cerca de seis mil milhões de euros em ajudas direitas, dez mil milhões em empréstimos subsidiados e limites ao aumento das rendas . As medidas não preveem a redução de impostos mas são aumentados em 15 por cento os mecanismos de proteção social.
"O plano de choque de resposta à guerra protegerá o setor empresarial e cidadãos", disse o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, esta segunda-feira.
Para amenizar o descontentamento social face ao aumento dos combustíveis provocado pela invasão russa da Ucrânia, o Governo espanhol também irá alargar a todos os cidadãos o desconto no combustível. O executivo já tinha oferecido um desconto de 20 cêntimos por litro de combustível para o sector do transporte de mercadorias e agora estenderá esse apoio a todos os consumidores. Dos 20 cêntimos, 15 serão suportados pelo Estado e os restantes cinco pelas companhias petrolíferas. A medida está prevista a entrar em vigor a 1 de abril e durará até 30 de junho.
Para reduzir o custo da fatura da eletricidade, Sánchez anunciou que vai atualizar o sistema de apoio financeiro estatal à geração de energia renovável, o que implica uma redução dos custos de eletricidade até 55 por cento até 2022, no valor de cerca de 1,8 mil milhões de euros.
Segundo o jornal El País, o plano inclui ainda a redução do IVA sobre o preço da eletricidade, a suspensão do imposto sobre a produção de eletricidade e a redução ao mínimo do imposto especial sobre a eletricidade.
Este Plano Nacional pretende aliviar o impacto da crise energética e das consequências da guerra, diminuindo os riscos da inflação, que se teme que possa chegar aos sete por cento este ano.