Economia
Deco PROteste. Cabaz alimentar atinge recorde de 257,95 euros
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo recorde de 257,95 euros, mais 2,95 euros face à semana passada.
"O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste custa esta semana 257,95 euros, o que representa um aumento nunca antes visto de 2,95 euros face à semana anterior", anunciou, em comunicado.
Este é o valor mais alto desde 2022, quando a associação começou a fazer esta análise.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Há um ano, comprar os mesmos produtos custava menos 19,79 euros.
Por sua vez, no início de 2022, os consumidores gastavam menos 70,25 euros.
Entre 01 e 08 de abril, destacam-se produtos como a massa esparguete, que aumentou 24% para 1,18 euros, a massa espiral, que encareceu 18% para 1,37 euros e o atum posta em óleo vegetal, que ficou mais caro 16% para 1,65 euros.
Já em comparação com o mesmo período do ano passado, a maior subida verificou-se no carapau (55%), seguido pela couve-coração (49%) e pelos brócolos (42%).
Este é o valor mais alto desde 2022, quando a associação começou a fazer esta análise.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Há um ano, comprar os mesmos produtos custava menos 19,79 euros.
Por sua vez, no início de 2022, os consumidores gastavam menos 70,25 euros.
Entre 01 e 08 de abril, destacam-se produtos como a massa esparguete, que aumentou 24% para 1,18 euros, a massa espiral, que encareceu 18% para 1,37 euros e o atum posta em óleo vegetal, que ficou mais caro 16% para 1,65 euros.
Já em comparação com o mesmo período do ano passado, a maior subida verificou-se no carapau (55%), seguido pela couve-coração (49%) e pelos brócolos (42%).