Economia
ERSE propõe aumento de 6,3% nas tarifas de gás natural
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) propôs um aumento médio de 6,3% nas tarifas de gás natural para o próximo ano gás, que vigorará entre 1 de outubro de 2026 e 30 de setembro de 2027.
De acordo com as contas do regulador, o impacto direto nas faturas domésticas será de 0,89 euros por mês para um casal sem filhos e 1,58 euros por mês para um casal com dois filhos.
A proposta segue agora para análise do Conselho Tarifário, antes da aprovação final das tarifas que entrarão em vigor em outubro.
A variação das tarifas resulta principalmente da conjugação de dois fatores: o aumento dos custos de aquisição do gás natural e o crescimento das tarifas de acesso às redes, causado pela redução da procura e pelo incremento do nível de investimento nas infraestruturas, explica a ERSE em comunicado.
O preço do gás para os Comercializadores de Último Recurso (CUR) é condicionado por contratos históricos de longo prazo em regime de `take or pay`, anteriores à abertura de mercado, celebrados entre a Galp e a Nigéria, que variam parcialmente com o preço do petróleo (Brent).
Por sua vez, este preço subiu fortemente após o ataque militar lançado, no passado dia 28 de fevereiro, pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, provocando uma redução da oferta de combustíveis fósseis e aumentando a incerteza sobre a evolução do preço do gás.
Segundo a ERSE, qualquer previsão atual apresenta elevado nível de incerteza. A evolução futura dependerá da duração do conflito, da reabertura do Estreito de Ormuz, do grau de danos nas infraestruturas energéticas da região, da eficácia das libertações de reservas estratégicas e da resposta dos restantes produtores de petróleo em termos de produção e transporte alternativo.
O preço do gás para os Comercializadores de Último Recurso (CUR) é condicionado por contratos históricos de longo prazo em regime de `take or pay`, anteriores à abertura de mercado, celebrados entre a Galp e a Nigéria, que variam parcialmente com o preço do petróleo (Brent).
Por sua vez, este preço subiu fortemente após o ataque militar lançado, no passado dia 28 de fevereiro, pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, provocando uma redução da oferta de combustíveis fósseis e aumentando a incerteza sobre a evolução do preço do gás.
Segundo a ERSE, qualquer previsão atual apresenta elevado nível de incerteza. A evolução futura dependerá da duração do conflito, da reabertura do Estreito de Ormuz, do grau de danos nas infraestruturas energéticas da região, da eficácia das libertações de reservas estratégicas e da resposta dos restantes produtores de petróleo em termos de produção e transporte alternativo.