Economia
Espírito Santo Financial Group suspende negociação de ações e obrigações
O Espírito Santo Financial Group (ESFG) suspendeu a negociação de ações e obrigações da empresa em Lisboa e no Luxemburgo. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, é explicado que a decisão foi tomada devido "a dificuldades materiais em curso", especialmente do seu maior acionista Espírito Santo Internacional (ESI).
O ESFG decidiu assim suspender as ações - incluindo as obrigações emitidas pela sua subsidiária Espírito Santo Financire - na sequência da sua exposição à ESI.
As ações do BES seguiam às 10h30 a recuar 12,03 por cento para 54 cêntimos. Os títulos do ESFG negociaram pela última vez às 9h02, altura em que seguiam a perder 8,9 por cento, para 1,19 euros.
Os receios em torno da solidez financeira do Grupo Espírito Santos (GES) tornaram-se mais fortes depois de ter sido noticiado que a subsidiária Banque Privée Espírito Santo estava em incumprimento no reembolso a alguns clientes que tinham aplicações em dívida.
O Diário Económico avança esta manhã que a Espírito Santo Internacional está a avaliar um pedido de insolvência, num cenário que - de acordo com o jornal - poderá avançar se a empresa não conseguir chegar a um acordo com os principais credores.
A medida permitiria avançar com um plano de reestruturação que será aprovado pelos acionistas da ESI na Assembleia-Geral (AG) de 29 de julho, escreve o jornal.
Corte de rating
A agência de rating Moody's baixou na quarta-feira em três níveis a nota do ESFG, o maior acionista do BES, de B2 para Caa2.
A Moody's justifica o corte da notação, que já estava fora da escala de investimento ('lixo'), com a subida do risco de crédito do ESFG face às empresas Espírito Santo International e Rioforte, que não são avaliadas pela agência.
O BES divulgou também na quarta-feira a nova convocatória da AG extraordinária do banco, que confirma Vítor Bento na presidência executiva, em vez de Morais Pires, que constava da anterior convocatória.
A convocatória divulgada através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) mantém a data da reunião magna de acionistas para 31 de julho, às 10h00, num hotel em Lisboa, sendo proposta aos acionistas a "ratificação das cooptações" de Vítor Bento e João Moreira Rato para membros do Conselho de Administração do BES para terminarem o mandato em curso, o que acontece em 2015.
Os acionistas vão também deliberar sobre a designação de Paulo Mota Pinto, deputado social-democrata e ex-juiz do Tribunal Constitucional, como presidente do Conselho de Administração (chairman) e sobre a criação do novo Conselho Estratégico, bem como a eleição dos seus membros.
As ações do BES seguiam às 10h30 a recuar 12,03 por cento para 54 cêntimos. Os títulos do ESFG negociaram pela última vez às 9h02, altura em que seguiam a perder 8,9 por cento, para 1,19 euros.
Os receios em torno da solidez financeira do Grupo Espírito Santos (GES) tornaram-se mais fortes depois de ter sido noticiado que a subsidiária Banque Privée Espírito Santo estava em incumprimento no reembolso a alguns clientes que tinham aplicações em dívida.
O Diário Económico avança esta manhã que a Espírito Santo Internacional está a avaliar um pedido de insolvência, num cenário que - de acordo com o jornal - poderá avançar se a empresa não conseguir chegar a um acordo com os principais credores.
A medida permitiria avançar com um plano de reestruturação que será aprovado pelos acionistas da ESI na Assembleia-Geral (AG) de 29 de julho, escreve o jornal.
Corte de rating
A agência de rating Moody's baixou na quarta-feira em três níveis a nota do ESFG, o maior acionista do BES, de B2 para Caa2.
A Moody's justifica o corte da notação, que já estava fora da escala de investimento ('lixo'), com a subida do risco de crédito do ESFG face às empresas Espírito Santo International e Rioforte, que não são avaliadas pela agência.
O BES divulgou também na quarta-feira a nova convocatória da AG extraordinária do banco, que confirma Vítor Bento na presidência executiva, em vez de Morais Pires, que constava da anterior convocatória.
A convocatória divulgada através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) mantém a data da reunião magna de acionistas para 31 de julho, às 10h00, num hotel em Lisboa, sendo proposta aos acionistas a "ratificação das cooptações" de Vítor Bento e João Moreira Rato para membros do Conselho de Administração do BES para terminarem o mandato em curso, o que acontece em 2015.
Os acionistas vão também deliberar sobre a designação de Paulo Mota Pinto, deputado social-democrata e ex-juiz do Tribunal Constitucional, como presidente do Conselho de Administração (chairman) e sobre a criação do novo Conselho Estratégico, bem como a eleição dos seus membros.