Economia
Finanças dão por concluída segunda fase da recapitalização da Caixa
A segunda fase do processo de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi concluída esta quinta-feira, com o Estado a injetar 2,5 mil milhões de euros no banco público.
A CGD está em processo de recapitalização num montante de cerca de cinco mil milhões de euros, aprovado entre o Governo português e a Comissão Europeia, depois de ter apresentado um prejuízo histórico de 1.859 milhões de euros em 2016.
"Conclui-se hoje a segunda fase do processo de recapitalização da CGD, com a subscrição e realização do aumento de capital em dinheiro pelo Estado Português, no montante de 2.500 milhões de euros", sublinha o Ministério das Finanças em comunicado.
De acordo com a tutela, com esta injeção por parte do Estado, que ocorre depois de a CGD já ter aumentado o seu capital em 1.945 milhões de euros, "Portugal fica com o seu principal banco em condições sólidas, assim contribuindo para o fortalecimento do sistema financeiro do país e para a dinamização da economia portuguesa".
A Caixa já tinha recebido 1.445 milhões de euros da transferência de ações da ParCaixa e dos instrumentos de capital contingentes - CoCo's - subscritos pelo Estado e emitido 500 milhões em dívida perpétua.430 milhões por emitir
"Simultaneamente a CGD emitiu, junto de investidores institucionais privados, instrumentos de dívida subordinada de categoria Additional Tier 1, num montante de 500 milhões de euros", pode ler-se no mesmo comunicado.
O Ministério das Finanças diz ainda que "a recapitalização da CGD assenta num plano de negócio que garante a sua competitividade e a sua rentabilidade de longo-prazo, bem como a modernização da sua estrutura comercial e do reforço do seu modelo de governação".
Agora fica por emitir uma dívida em 430 milhões durante os próximos 18 meses.
"Conclui-se hoje a segunda fase do processo de recapitalização da CGD, com a subscrição e realização do aumento de capital em dinheiro pelo Estado Português, no montante de 2.500 milhões de euros", sublinha o Ministério das Finanças em comunicado.
De acordo com a tutela, com esta injeção por parte do Estado, que ocorre depois de a CGD já ter aumentado o seu capital em 1.945 milhões de euros, "Portugal fica com o seu principal banco em condições sólidas, assim contribuindo para o fortalecimento do sistema financeiro do país e para a dinamização da economia portuguesa".
A Caixa já tinha recebido 1.445 milhões de euros da transferência de ações da ParCaixa e dos instrumentos de capital contingentes - CoCo's - subscritos pelo Estado e emitido 500 milhões em dívida perpétua.430 milhões por emitir
"Simultaneamente a CGD emitiu, junto de investidores institucionais privados, instrumentos de dívida subordinada de categoria Additional Tier 1, num montante de 500 milhões de euros", pode ler-se no mesmo comunicado.
O Ministério das Finanças diz ainda que "a recapitalização da CGD assenta num plano de negócio que garante a sua competitividade e a sua rentabilidade de longo-prazo, bem como a modernização da sua estrutura comercial e do reforço do seu modelo de governação".
Agora fica por emitir uma dívida em 430 milhões durante os próximos 18 meses.