Economia
Governo não vai repetir em 2026 corte adicional do IRS
O Governo afastou a hipótese de repetir o corte adicional do IRS este ano, mas não exclui a inclusão dessa medida no Orçamento do Estado para 2027.
Ao contrário do que aconteceu nos últimos dois anos, em 2026 os portugueses não vão beneficiar de um mês com retenção na fonte extraordinariamente baixa no final do ano. A informação é avançada no relatório anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a economia portuguesa.
“O compromisso do Governo com o equilíbrio orçamental implica que uma futura redução do IRS está dependente do espaço fiscal disponível, como ficou demonstrado este ano, quando o Governo decidiu não reduzir as taxas de IRS para dar prioridade ao apoio relacionado com as tempestades”, lê-se no documento.
Segundo fonte do jornal Público, a decisão referida no relatório de não reduzir as taxas de IRS refere-se à eventual repetição, em 2026, dos cortes adicionais de IRS feitos pelo Governo em 2024 e 2025.
Nesses dois anos, em outubro e em setembro, respetivamente, foram introduzidos cortes adicionais que se traduziram numa redução extraordinária da taxa de retenção do IRS paga pelos contribuintes nesses meses.
Para além desses cortes adicionais, o Governo entregou então aos pensionistas um bónus. As duas medidas deram um impulso à economia devido ao aumento do consumo por parte das famílias.
Agora, segundo o relatório do FMI, a despesa do Governo com a resposta aos danos causados pelas intempéries do início deste ano, que atingiram em especial a zona centro do país, terão feito cair uma repetição do corte adicional do IRS.
“O compromisso do Governo com o equilíbrio orçamental implica que uma futura redução do IRS está dependente do espaço fiscal disponível, como ficou demonstrado este ano, quando o Governo decidiu não reduzir as taxas de IRS para dar prioridade ao apoio relacionado com as tempestades”, lê-se no documento.
Segundo fonte do jornal Público, a decisão referida no relatório de não reduzir as taxas de IRS refere-se à eventual repetição, em 2026, dos cortes adicionais de IRS feitos pelo Governo em 2024 e 2025.
Nesses dois anos, em outubro e em setembro, respetivamente, foram introduzidos cortes adicionais que se traduziram numa redução extraordinária da taxa de retenção do IRS paga pelos contribuintes nesses meses.
Para além desses cortes adicionais, o Governo entregou então aos pensionistas um bónus. As duas medidas deram um impulso à economia devido ao aumento do consumo por parte das famílias.
Agora, segundo o relatório do FMI, a despesa do Governo com a resposta aos danos causados pelas intempéries do início deste ano, que atingiram em especial a zona centro do país, terão feito cair uma repetição do corte adicional do IRS.