Economia
Governo vai aumentar comparticipação para 25 euros na botija de gás solidária
No arranque do debate quinzenal desta quarta-feira, o primeiro-ministro anunciou que o Governo decidiu "aumentar a comparticipação para 25 euros na botija de gás solidária para os próximos três meses". Foi anunciado também um mecanismo de desconto no gasóleo profissional.
"O Governo é sensível ao impacto do aumento dos combustíveis na vida dos portugueses", adiantou o primeiro-ministro, acrescentando que o Executivo vai acompanhar o evoluir da situação internacional.
"É com este espírito que anuncio aqui a decisão que tomámos de, em primeiro lugar, aumentar a comparticipação para 25 euros na botija de gás solidária para os próximos três meses", afirmou Luís Montenegro. Este apoio era até agora de 15 euros.
O chefe de Governo anunciou também a introdução de “um mecanismo extraordinário para o gasóleo profissional para as empresas de passageiros e mercadorias que corresponderá a um desconto adicional sob forma de reembolso de dez cêntimos por litro até 15 mil litros por veículo e também para os próximos três meses”.
O chefe de Governo anunciou também a introdução de “um mecanismo extraordinário para o gasóleo profissional para as empresas de passageiros e mercadorias que corresponderá a um desconto adicional sob forma de reembolso de dez cêntimos por litro até 15 mil litros por veículo e também para os próximos três meses”.
Durante o debate, o primeiro-ministro esclareceu que o desconto que anunciou para o gasóleo profissional inclui "setores que estão neste momento a asfixiar, como o táxi, os bombeiros e indústrias".
Luís Montenegro referiu também que este "é um desconto adicional face ao outro desconto que está em funcionamento para todos os consumidores em sede de ISP, e que neste momento ronda os seis cêntimos".
Recusou ainda uma suspensão da taxa de carbono, depois de desafiado pelo Chega para avançar com essa medida.
Luís Montenegro referiu também que este "é um desconto adicional face ao outro desconto que está em funcionamento para todos os consumidores em sede de ISP, e que neste momento ronda os seis cêntimos".
Recusou ainda uma suspensão da taxa de carbono, depois de desafiado pelo Chega para avançar com essa medida.
"Em terceiro e quarto lugar, de forma permanente, legislação que já estava a ser preparada e que tem também aplicabilidade nestas circunstâncias", adiantou, acrescentando que a legislação a ser aprovada na quinta-feira incidirá sobre "limitação de preços em situação de crise energética" e "proteção de consumidores vulneráveis com garantia de fornecimento mínimo".
c/ Lusa