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Integração da PGA na TAP vai criar quatro novas rotas

Integração da PGA na TAP vai criar quatro novas rotas

A integração da transportadora aérea Portugália na TAP vai permitir a criação de quatro novas rotas, duas a partir de Lisboa e outras duas do Porto, que estarão a funcionar até Outubro, disse fonte da companhia de bandeira.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. /

Os quatro novos destinos - Sevilha, Hamburgo, Roma e Bruxelas, operados a partir de Lisboa e Porto, respectivamente -, a organização das operações das duas companhias aéreas entre Lisboa e Porto e a incorporação de sete destinos da PGA na operação da TAP, serão para já, as mudanças na rede que os passageiros poderão esperar da operação de aquisição.

Actualmente, as duas companhias têm horários sobrepostos nas ligações entre Lisboa e Porto, deixando `desguarnecida` parte do dia. Com a integração, a TAP pretende `organizar` as ligações, criando voos com intervalos máximos de duas horas entre eles, segundo a fonte.

Além dos actuais 54 destinos em todo o mundo oferecidos pela TAP, os passageiros da companhia poderão contar ainda com voos para Lyon, Bilbao, Nice, Corunha, Marselha, Málaga e Toulouse, que a PGA já operava e com frequências aumentadas.

Quanto a supressões de linhas que a PGA mantinha, fonte da TAP admite apenas as do Porto para Clermont-Ferrand, aos fins-de-semana e a de Porto-Nice, com uma frequência semanal.

As alterações na rede decorrentes da aquisição da companhia de aviação regional PGA serão feitas faseadamente, até ao final de Outubro, para não provocar ruptura nas vendas.

A aprovação da operação de aquisição pela Autoridade da Concorrência, que a TAP esperava para Março mas que só acabou por acontecer em Maio, surgiu quando a maior parte das vendas para o Verão [o período de maior movimento] estavam já efectuadas, pelo que qualquer alteração radical de rede poderia pôr em causa a operação, segundo fonte da companhia aérea de bandeira.

Todos os voos, a partir de 1 de Julho, passarão a ser feitos com bilhetes com código TP (que identifica a TAP), mas alguns deles, operados pela PGA, que se manterá como marca autónoma, presente na identificação dos aviões e das tripulações.

Com a aquisição pela TAP, a PGA mantém a estrutura de operações e de manutenção dos aviões, mas deixa de ter estrutura comercial, que passará a ser assegurada pela TAP, explicou fonte da companhia.

O programa de passageiro frequente da PGA manterá os benefícios acumulados, mas será migrado para a TAP, o que trará benefícios aos clientes, uma vez que fica automaticamente integrado na Star Alliance, a aliança internacional de companhias aéreas liderada pela Lufthansa, que acolhe a TAP.


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