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Mau tempo. Seguradoras pagam 260 milhões de euros de um total de mil milhões de euros de prejuízos cobertos diz APS

Mau tempo. Seguradoras pagam 260 milhões de euros de um total de mil milhões de euros de prejuízos cobertos diz APS

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) estimou em mil milhões de euros os prejuízos cobertos por seguro na sequência das tempestades e avançou que já foram pagas indemnizações de 260 milhões de euros, de acordo com um comunicado.

Lusa /
António Antunes - RTP

Mais de 75 mil sinistros, equivalentes a 41% das participações recebidas, já tiveram as indemnizações pagas, ou atribuídas a título de adiantamentos.

Até agora, deram entrada nas seguradoras associadas da APS cerca de 180 mil participações de sinistros, tendo estas continuado a receber, só no último mês, mais de 1.000 participações por dia.

O ritmo de regularização é de cerca de 1.500 sinistros por dia, segundo o comunicado.

Quanto ao volume de indemnizações pagas ou provisionadas, 442 milhões de euros são destinados à reparação e recuperação de habitações, 443 milhões de euros à reparação e recuperação de empresas, comércios e obras, e 34 milhões de euros a indemnizações relativas ao seguro automóvel.

Em relação ao tipo de sinistros, cerca de 150 mil dizem respeito a seguros de habitações, 17 mil a apólices de atividades comerciais e 12 mil a seguros de automóvel.

Desde que em 28 de janeiro a tempestade Kristin afetou a região Centro, o número de participações recebidas corresponde "a cerca de 41% da totalidade dos sinistros de multirriscos que habitualmente são participados num ano inteiro", afirma o comunicado.

A APS salienta que muitos processos de sinistros aceites não foram ainda concluídos devido à falta de documentação ou da entrega de equipamentos.

Reconhecendo o impacto na vida de famílias e empresas, a APS indica ainda que "o número excecional de sinistros participados em simultâneo, e a complexidade de alguns deles, torna o processo de análise mais exigente, envolvendo, ainda, procedimentos legais e contratuais obrigatórios que não dependem apenas das seguradoras".

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