Mota-Engil quer atingir 9 mil milhões de faturação em 2030
O plano estratégico da Mota-Engil para 2026-2030 prevê um aumento nos próximos cinco anos do volume de negócios dos atuais 5,3 mil milhões para 9 mil milhões de euros, anunciou hoje o presidente executivo (CEO), Carlos Mota Santos.
A meta da construtora de atingir 2030 com "um balanço mais robusto" prevê igualmente um crescimento superior a 4% nos lucros, uma margem de EBITDA igual ou superior a 18%, rácio de solvabilidade igual ou superior a 18%, um rácio de dívida líquida/EBITDA igual ou superior a 25% e um racio CAPEX/volume de negócios de 7%.
Nos próximos cinco anos, o objetivo é crescer e consolidar a liderança da Mota-Engil nos mercados `core` (principais), através de grandes projetos de infraestruturas, explorar novos mercados, diversificar e maximizar sinergias, melhorar a geração de caixa e o controlo de custos, reforçar o capital próprio e ainda remunerar o acionista.
Carlos Mota Santos, que falava na apresentação do plano estratégico, em Lisboa, disse ainda que a Mota-Engil quer manter a liderança em Portugal, México e África, com foco nas infraestruturas de transporte.
Na América do Sul, quer apostar no crescimento através da participação em projetos transfronteiriços de infraestruturas no setor dos transportes e expandir setores estratégicos como o industrial, energia e infraestruturas digitais.
Posicionando-se como um grupo global de infraestruturas, a Mota-Engil está presente em 33 países de três continentes (Europa, América e África).
É o 11.º maior grupo do setor na Europa, primeiro em Portugal, segundo na América Latina e sexto em África.