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Paços de Ferreira investe na melhoria da rede viária

Paços de Ferreira investe na melhoria da rede viária

O presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Pedro Pinto, anunciou um investimento superior a 13,6 milhões de euros na construção e requalificação da rede viária do concelho, que permitirá melhorar os acessos à auto-estrada A42.

Agência LUSA /

"Estas obras permitirão tirar partido da auto-estrada em todo o concelho e não apenas nas zonas que são tocadas por ela", afirmou o autarca, em declarações à agência Lusa à margem da cerimónia de apresentação daquele que é considerado "o maior investimento público municipal de sempre", em Paços de Ferreira.

As principais obras abrangidas por este programa de investimento são as novas variantes leste e oeste de Paços de Ferreira, cuja construção permitirá que "um automobilista, em qualquer ponto do concelho, não esteja a mais de cinco minutos de distância da A42".

A variante oeste terá uma extensão de 6,6 quilómetros e a variante leste de 4,5 quilómetros, devendo estar ambas concluídas no último trimestre deste ano.

A melhoria dos acessos à A42, que permite a ligação rodoviária directa ao Porto e foi inaugurada há cerca de um ano, é o principal objectivo deste programa de investimentos, mas a Câmara de Paços de Ferreira também pretende "melhorar a distribuição do trânsito dentro do concelho".

Nessa perspectiva incluem-se, entre outras, as obras de recuperação das antigas estradas nacionais 207, 209 e 209-2, que permitirão melhorar a rede viária concelhia.

"Estas obras vão permitir relançar o concelho em termos de acessibilidades", frisou Pedro Pinto, assegurando que os trabalhos começam nos próximos dias e "ficam concluídos até ao final de Dezembro".

No total, está prevista a construção de quatro novas vias, com uma extensão total de 14,7 quilómetros, e a requalificação de oito estradas, abrangendo 33,5 quilómetros de vias.

O montante global do investimento ultrapassa os 13,6 milhões de euros, dos quais cerca de metade são financiados pela União Europeia. Da parte restante, 75 por cento são assegurados por empréstimos bancários e 25 por cento são garantidos com fundos próprios da autarquia.

"São obras que vão mexer com o dia a dia das pessoas, mas é um esforço que vale a pena", salientou o autarca, antecipando os problemas de trânsito que vão provocar nos próximos meses em Paços de Ferreira.
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