Paulo Teixeira Pinto é o presidente do Millennium bcp enquanto estiver no banco

Paulo Teixeira Pinto é o presidente do Millennium bcp enquanto estiver no banco

O presidente do conselho de administração do Millennium bcp, Paulo Teixeira Pinto, sublinha que é ele o presidente do banco enquanto estiver na instituição, numa entrevista a publicar parcialmente terça-feira no Diário Económico.

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"Enquanto estiver cá [no banco] sou eu o presidente", frisa Paulo Teixeira Pinto na primeira parte da entrevista concedida ao jornal, citada pelo director, Martim Avillez Figueiredo, em declarações hoje à SIC Notícias.

Na sexta-feira, num almoço com jornalistas, Paulo Teixeira Pinto revelou-se disponível para continuar à frente da gestão do banco, se essa for a vontade dos accionistas.

O seu mandato no conselho de administração executivo do bcp termina no fim deste ano mas Paulo Teixeira Pinto disse, quando questionado sobre o assunto, que está "sempre disponível para servir o banco".

Na sexta-feira, o presidente do bcp apresentou a investidores e analistas as metas do banco para os próximos três anos.

Há cerca de três semanas, Paulo Teixeira Pinto já manifestara, em declarações à Agência Lusa, que tinha uma visão estratégica de longo prazo para o banco e um rumo definido para a criação de um valor.

"Tenho uma visão estratégica de longo prazo, que aposta em fortalecer e expandir o Millennium bcp e transformá-lo num banco com maior escala, excelência, rendibilidade e protagonismo no panorama financeiro europeu", afirmou.

Na entrevista ao Diário Económico, cuja primeira parte é publicada uma semana após a Assembleia-Geral da instituição, Paulo Teixeira Pinto garante que não vai mudar a sua equipa de trabalho e reafirma que a relação com Jardim Gonçalves, antigo presidente e fundador do bcp e actual presidente do Conselho Geral e de Supervisão do banco, "mantém-se boa".

"Estamos de acordo com o essencial que nos une", disse, citado por Martim Avillez Figueiredo na SIC Notícias.

Na mesma entrevista, o presidente do bcp assume-se como "o principal responsável pelo lançamento" da Oferta Pública de Aquisição sobre o BPI e "pelo seu fracasso".

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