Economia
Primeiro de cinco dias de greve greve na EasyJet. Sindicato aponta adesão próxima de 100%
Os tripulantes de cabine da EasyJet deram esta sexta-feira início a uma paralisação de cinco dias. A sindicalista Diana Dias, que fala numa adesão de cerca de 100 por cento, revelou que os voos estão ser realizados por tripulação de outras bases.
"Os voos que estão a sair, que podemos ver no quadro, são operados por colegas da rede que não são afetados pela greve".
Para esta sexta-feira estavam previstos dez voos de serviços mínimos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e outros dez de Lisboa.
Além dos serviços mínimos, só saíram voos "operados pelas chefias", acusou Diana Dias. Entre os quais um do Porto para o Funchal e outro de Lisboa. "A companhia decidiu, assim que saiu o pré-aviso, cancelar 346 voos, cerca de 70 por cento da operação. Deixando alguns mais os serviços mínimos". A "empresa arranjou soluções para os passageiros", acrescentou.Esta é a terceira paralisação da EasyJet nos últimos meses. Os tripulantes estão "descontentes" com as propostas apresentadas pela companhia área.
Diana Dias recorda que a empresa parou com as negociações depois de 90 por cento dos trabalhadores terem chumbado as propostas apresentadas e acusa a empresa "de ter respondido que não" às reivindicações dos tripulantes.
"Não tomámos esta decisão de ânimo leve. Nada do que estamos a pedir é extraordinário, como a empresa diz, não é impraticável. Há dois dias a empresa apresentou lucros trimestrais de 270 milhões de euros. Quando a empresa precisou nós estivemos lá, congelámos os nossos salários e as nossas condições de trabalho. Neste momento é altura de repor o que temos vindo a perder e dar condições mínimas aos trabalhadores em Portugal", rematou a sindicalista do Sindicato de Voo da Aviação Civil.Por sua vez, o presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, Ricardo Penarróias, acusa a EasyJet de "ter um budget para greves mas não para aumentos salariais", avisando ainda que os tripulantes estão dispostos a partir para mais paralisações.
Os tripulantes da base de Portugal da companhia aérea de baixo custo exigem a equiparação aos trabalhadores de cabine de bases em outros países.
Para esta sexta-feira estavam previstos dez voos de serviços mínimos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e outros dez de Lisboa.
Além dos serviços mínimos, só saíram voos "operados pelas chefias", acusou Diana Dias. Entre os quais um do Porto para o Funchal e outro de Lisboa. "A companhia decidiu, assim que saiu o pré-aviso, cancelar 346 voos, cerca de 70 por cento da operação. Deixando alguns mais os serviços mínimos". A "empresa arranjou soluções para os passageiros", acrescentou.Esta é a terceira paralisação da EasyJet nos últimos meses. Os tripulantes estão "descontentes" com as propostas apresentadas pela companhia área.
Diana Dias recorda que a empresa parou com as negociações depois de 90 por cento dos trabalhadores terem chumbado as propostas apresentadas e acusa a empresa "de ter respondido que não" às reivindicações dos tripulantes.
"Não tomámos esta decisão de ânimo leve. Nada do que estamos a pedir é extraordinário, como a empresa diz, não é impraticável. Há dois dias a empresa apresentou lucros trimestrais de 270 milhões de euros. Quando a empresa precisou nós estivemos lá, congelámos os nossos salários e as nossas condições de trabalho. Neste momento é altura de repor o que temos vindo a perder e dar condições mínimas aos trabalhadores em Portugal", rematou a sindicalista do Sindicato de Voo da Aviação Civil.Por sua vez, o presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, Ricardo Penarróias, acusa a EasyJet de "ter um budget para greves mas não para aumentos salariais", avisando ainda que os tripulantes estão dispostos a partir para mais paralisações.
Os tripulantes da base de Portugal da companhia aérea de baixo custo exigem a equiparação aos trabalhadores de cabine de bases em outros países.