Economia
Quatro consórcios na corrida à construção do primeiro troço do TGV
As portuguesas Brisa, Mota - Engil, a espanhola Ferrovial e a francesa Eiffage, lideram os quatro consórcios que apresentaram as propostas para a construção e concessão do troço de alta velocidade, que vai fazer a ligação entre o Poçeirão e o Caia, inserido na linha de alta velocidade Lisboa – Madrid. É o primeiro dos cinco troços de alta velocidade em Portugal.
A abertura das propostas, com valores de construção que variam entre os 1,32 e 1,75 mil milhões de euros, decorreu esta manhã na sede da RAVE, entidade responsável pelo projecto.
Para Carlos Fernandes, administrador da RAVE, “os financiamentos para este projecto estão garantidos”. “As questões financeiras estão bastante salvaguardadas neste concurso, porque há um financiamento durante a fase de construção de um montante, relativamente elevado, de 850 milhões de euros”.
O júri de avaliação das propostas deverá escolher, até ao final do ano, as duas melhores, que passarão à fase final de negociação com o Governo. “Estamos a pensar fechar o projecto em Setembro do ano que vem”, acrescentou Carlos Fernandes.
O consórcio que vencer o concurso para a construção do troço Poceirão – Caia vai receber do Estado 838 milhões de euros, dos quais 641 são fundos comunitários, 137 do Orçamento de Estado e 60 milhões pagos pela REFER. O que corresponde a 53 por cento do custo da obra.
Os outros 47 por cento serão pagos com recurso há banca. “Obviamente, que esperamos que os mercados financeiros estejam na altura com outra dinâmica” revelou o administrador da REFER.
O investimento no projecto português de alta velocidade ascende a 7,3 milhões de euros, sendo que a maior parte, 45 por cento, será suportado por privados, 36 por cento do será assegurado pelo Estado e 19 por cento pelos fundos comunitários.
O Governo definiu a entrada em funcionamento da linha Lisboa – Madrid em 2013 e da ligação Lisboa - Porto em 2015.
Quem são os consórcios?
O consórcio Elos- Ligações de Alta Velocidade, é liderado pelas empresas portuguesas Brisa e Soares da Costa e integra a Iridum Concesiones de Infraestructuras do grupo espanhol ACS, além da Lena, Bento Pedroso, Edifer, Zagope, a norte-americana Babcock & Brown Limited, BCP e Caixa Geral de Depósitos.
A proposta da Elos aponta um valor de construção de 1,32 mil milhões de euros e um custo anual de manutenção de 11,6 milhões de euros.
Eurolinhas, é o nome do consórcio liderado pela francesa Eiffage e pela espanhola FCC, além da Wittfeld, a Ramalho Rosa - Cobertar Sociedade de Construções (subsidiária em Portugal da Espanhola FCC), e a SEOP.
Este consórcio apresentou duas variantes. Na primeira variante o preço base foi de 1, 75 mil milhões de euros para a construção e 13,4 milhões para a construção. Na segunda variante, propõe um custo de construção de 1,38 mil milhões de euros e um custo de manutenção de 9,1 milhões de euros.
O consórcio liderado pela espanhola Ferrovial integra a Meridiam, a Hagen, a Conduril, a Novopca e a Tecnovia.
A proposta apresentada tem um custo de construção que ascende a 1,84 mil milhões de euros e a manutenção de 10,8 milhões de euros.
O quarto consórcio, a Altavia – Alentejo é liderado pela construtora portuguesa Mota-Engil e integra a Somague, a Teixeira Duarte, a MSF, a Opway, a Esconcessões, a francesa Vinci, o BPI, o BES, o banco Invest e Alves Ribeiro – Consultadoria e Gestão.
A Altavia-Alentejo apresenta um custo de construção de 1,33 mil milhões de euros e um custo anual de manutenção de 16,7 milhões de euros.
Para Carlos Fernandes, administrador da RAVE, “os financiamentos para este projecto estão garantidos”. “As questões financeiras estão bastante salvaguardadas neste concurso, porque há um financiamento durante a fase de construção de um montante, relativamente elevado, de 850 milhões de euros”.
O júri de avaliação das propostas deverá escolher, até ao final do ano, as duas melhores, que passarão à fase final de negociação com o Governo. “Estamos a pensar fechar o projecto em Setembro do ano que vem”, acrescentou Carlos Fernandes.
O consórcio que vencer o concurso para a construção do troço Poceirão – Caia vai receber do Estado 838 milhões de euros, dos quais 641 são fundos comunitários, 137 do Orçamento de Estado e 60 milhões pagos pela REFER. O que corresponde a 53 por cento do custo da obra.
Os outros 47 por cento serão pagos com recurso há banca. “Obviamente, que esperamos que os mercados financeiros estejam na altura com outra dinâmica” revelou o administrador da REFER.
O investimento no projecto português de alta velocidade ascende a 7,3 milhões de euros, sendo que a maior parte, 45 por cento, será suportado por privados, 36 por cento do será assegurado pelo Estado e 19 por cento pelos fundos comunitários.
O Governo definiu a entrada em funcionamento da linha Lisboa – Madrid em 2013 e da ligação Lisboa - Porto em 2015.
Quem são os consórcios?
O consórcio Elos- Ligações de Alta Velocidade, é liderado pelas empresas portuguesas Brisa e Soares da Costa e integra a Iridum Concesiones de Infraestructuras do grupo espanhol ACS, além da Lena, Bento Pedroso, Edifer, Zagope, a norte-americana Babcock & Brown Limited, BCP e Caixa Geral de Depósitos.
A proposta da Elos aponta um valor de construção de 1,32 mil milhões de euros e um custo anual de manutenção de 11,6 milhões de euros.
Eurolinhas, é o nome do consórcio liderado pela francesa Eiffage e pela espanhola FCC, além da Wittfeld, a Ramalho Rosa - Cobertar Sociedade de Construções (subsidiária em Portugal da Espanhola FCC), e a SEOP.
Este consórcio apresentou duas variantes. Na primeira variante o preço base foi de 1, 75 mil milhões de euros para a construção e 13,4 milhões para a construção. Na segunda variante, propõe um custo de construção de 1,38 mil milhões de euros e um custo de manutenção de 9,1 milhões de euros.
O consórcio liderado pela espanhola Ferrovial integra a Meridiam, a Hagen, a Conduril, a Novopca e a Tecnovia.
A proposta apresentada tem um custo de construção que ascende a 1,84 mil milhões de euros e a manutenção de 10,8 milhões de euros.
O quarto consórcio, a Altavia – Alentejo é liderado pela construtora portuguesa Mota-Engil e integra a Somague, a Teixeira Duarte, a MSF, a Opway, a Esconcessões, a francesa Vinci, o BPI, o BES, o banco Invest e Alves Ribeiro – Consultadoria e Gestão.
A Altavia-Alentejo apresenta um custo de construção de 1,33 mil milhões de euros e um custo anual de manutenção de 16,7 milhões de euros.