EM DIRETO
Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

"Sentimos que alguns acionistas precisavam de vender" posições - presidente da Intercement

"Sentimos que alguns acionistas precisavam de vender" posições - presidente da Intercement

Lisboa, 20 jun (Lusa) -- O presidente da brasileira Intercement, que hoje anunciou o controlo de mais de 90 por cento da Cimpor, disse que a empresa sentiu que alguns acionistas precisavam vender as suas posições antes de avançar para o lançamento da OPA.

Lusa /

"Sentimos que alguns acionistas precisavam de vender" as suas participações, disse hoje José Edison em conferência de imprensa, na bolsa de Lisboa, quando questionado sobre se o ambiente macroeconómico vivido em Portugal facilitou o lançamento desta operação.

A Intercement, empresa detida pela brasileira Camargo Corrêa, tem agora 94,81 por cento do capital da Cimpor e 95,69 por cento dos direitos de voto, segundo a informação prestada ao mercado.

A Oferta Pública de Aquisição (OPA) da InterCement, empresa detida pela Camargo Corrêa (principal acionista da Cimpor), anunciada a 30 de março, foi a segunda oferta sobre a cimenteira portuguesa em pouco mais de dois anos.

A InterCement lançou a OPA sobre a totalidade do capital da Cimpor, oferecendo 5,50 euros por cada ação da cimenteira portuguesa.

Antes da OPA, a brasileira Camargo Corrêa já era a maior acionista da Cimpor (tinha 32,9 por cento), seguida da Votorantim (21,2 por cento), pelo Fundo de Pensões do BCP (10 por cento), pelo empresário Manuel Fino (9,8 por cento) e pela Caixa Geral de Depósitos (9,6 por cento).

Tópicos
PUB