Trabalhadores em `lay-off` atingem valor mais baixo desde setembro de 2025

Trabalhadores em `lay-off` atingem valor mais baixo desde setembro de 2025

O número de trabalhadores em `lay-off` subiu 0,7% em abril, face ao período homólogo, mas recuou 14% face a março, totalizando 5.009, o valor mais baixo desde setembro de 2025, segundo dados divulgados pela Segurança Social.

Lusa /

Em abril, "o número total de situações de `lay-off` com compensação retributiva, (concessão normal, de acordo com o previsto no Código do Trabalho), foi de 5.009", segundo a síntese elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Trata-se do valor mais baixo em sete meses, isto é, desde setembro de 2025, período em que tinham sido registados 4.485 trabalhadores em `lay-off`, segundo a análise da Lusa, com base nos dados disponibilizados.

Face ao período homólogo, registou-se uma subida de 34 prestações processadas, o equivalente a um aumento de 0,7%.

Já na comparação em cadeia, observou-se um decréscimo de 816 prestações processadas, o que se traduz numa queda de 14% face ao registado em março.

Segundo o GEP, o regime de redução de horário de trabalho abrangeu 2.594 pessoas, menos 13,4% face a abril de 2025 (menos 402 prestações) e um decréscimo de 24,7% (menos 853 prestações) face ao mês anterior.

Já o regime de suspensão temporária registou uma subida homóloga de 22% (mais 436 processamentos) e subiu 1,6% face a março (mais 37 processamentos), totalizando os 2.415.

Em abril, as prestações de `lay-off` foram processadas a 343 entidades empregadoras, o que corresponde a uma subida de 23 face ao período homólogo, mas a um decréscimo de 14 entidades face a março.

O `lay-off` consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnológicos ou catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa.

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