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UGT considera absurdo que relatório do FMI proponha violações da Constituição

UGT considera absurdo que relatório do FMI proponha violações da Constituição

O secretário-geral da UGT, João Proença, considera absurdo que o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) proponha violações da Constituição.

Sandra Henriques /
“As medidas apontadas são inaceitáveis”, defende João Proença, em declarações à Antena1. “As conclusões raiam o absurdo. Como é que se pede a um consultor internacional para elaborar um relatório sobre a realidade do país e não se põe como condição que respeite a lei do país, nomeadamente a Constituição”, questiona.

O líder sindical afirma que é “um absurdo que à partida haja claras violações da Constituição, em termos de redução de salários e pensões e de despedimentos na função pública”.

Em causa está o relatório em que o FMI recomenda a Portugal um vasto programa para aumentar a eficiência do Estado através de um corte de 4 mil milhões de euros na despesa pública. A notícia é avançada pelo Jornal de Negócios, que explica que o estudo foi encomendado pelo executivo para delinear a refundação do Estado social.


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