Economia
UGT considera absurdo que relatório do FMI proponha violações da Constituição
O secretário-geral da UGT, João Proença, considera absurdo que o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) proponha violações da Constituição.
O líder sindical afirma que é “um absurdo que à partida haja claras violações da Constituição, em termos de redução de salários e pensões e de despedimentos na função pública”.
Em causa está o relatório em que o FMI recomenda a Portugal um vasto programa para aumentar a eficiência do Estado através de um corte de 4 mil milhões de euros na despesa pública. A notícia é avançada pelo Jornal de Negócios, que explica que o estudo foi encomendado pelo executivo para delinear a refundação do Estado social.