Universidade da Beira Interior investe 1,3 milhões de euros em plano de eficiência energética

Universidade da Beira Interior investe 1,3 milhões de euros em plano de eficiência energética

A Universidade da Beira Interior (UBI) está a investir 1,3 milhões de euros num plano de eficiência energética que visa reduzir significativamente os custos anuais com energia, anunciou hoje aquela instituição com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco.

Lusa /

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a UBI refere que o projeto abrange oito edifícios da instituição e que uma grande parte das intervenções já está concluída, estando a ser instalados nesta altura sistemas fotovoltaicos de autoconsumo na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Faculdade de Engenharia, Biblioteca Central, edifícios da 6.ª Fase e dos Serviços de Informática (ambos junto ao Polo I) e na Reitoria.

Citado na informação, o vice-reitor da área de Concursos de Docentes, Atos Académicos e Infraestruturas, Mário Raposo, salienta a importância da aposta na sustentabilidade para o futuro da UBI.

"Com a utilização dos sistemas fotovoltaicos, que representam um investimento de 125.000 euros (+ IVA), prevê-se uma poupança anual estimada de 27.000 euros. Deste modo é possível alcançar o retorno do custo de instalação em cinco ou seis anos", explica.

Além da instalação de painéis fotovoltaicos, estão ainda previstas outras intervenções, como a remoção de amianto, a colocação de materiais térmicos, a substituição de caixilharias e de caldeiras.

A substituição de lâmpadas convencionais por LED e a introdução de sistemas de monitorização de consumos e auditorias energéticas também estão contempladas.

Segundo Mário Raposo, a UBI conseguirá assim "atingir objetivos fundamentais na estratégia de sustentabilidade", como a subida de duas classes energéticas constante no certificado energético, bem como a redução efetiva da fatura energética das instalações, a redução da dependência de combustíveis fósseis e transição para uma economia com baixas emissões de carbono.

O projeto, que contempla um investimento anual superior a 430.000 euros, irá terminar no final do ano e resulta e uma candidatura, aprovada em 2018, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

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