Política
Eleições Europeias 2014
Bloco ruma ao Algarve para jornadas de "resposta à austeridade"
A “libertação do país da austeridade”, no contexto do pós-resgate financeiro, é a divisa à cabeça da agenda de dois dias de jornadas parlamentares que o Bloco de Esquerda põe em marcha, até terça-feira, em Faro. Na antecâmara desta iniciativa, que conta com a participação das eurodeputadas Marisa Matias e Alda Sousa, o líder parlamentar do partido, Pedro Filipe Soares, prometeu “pluralidade de temas”, mas com atenção especial à “resposta” a dar “na saída do memorando”. Pedro Filipe Soares deu também destaque ao projeto de resolução que os bloquistas contam apresentar para dar corpo à petição saída do manifesto pela reestruturação da dívida.
Haverá “pluralidade de temas” nas jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda em terras do Algarve. Mas sempre “com a centralidade naquilo que interessa às pessoas”, nas palavras do líder parlamentar do partido. Pedro Filipe Soares resumiu assim os temas que os bloquistas consideram prioritários: “A situação económica, a situação dos serviços públicos e a resposta que nós poderemos dar na saída do memorando, na libertação do país da austeridade”.
Os trabalhos desta iniciativa do braço parlamentar do Bloco terão como quartel-general o Museu Municipal de Faro. Arrancam ao final da manhã desta segunda-feira com discursos de Pedro Filipe Soares e da eurodeputada Marisa Matias, cabeça-de-lista para as eleições de maio. Antes disso, uma delegação do partido desloca-se à Universidade de Faro.
Na agenda do primeiro dia constam ainda uma viagem de barco com pescadores, em Tavira, e um jantar em Olhão. Para terça-feira está prevista uma visita de João Semedo, coordenador do partido, a uma estrutura de desabituação de drogas em Olhão. É também no segundo e último dia das jornadas que o Bloco apresentará diferentes propostas legislativas a submeter a discussão no Parlamento.
Corpo ao manifesto
Nos planos do grupo parlamentar do BE está a apresentação de um projeto de resolução que enquadre a petição nascida do manifesto assinado por 74 personalidades em defesa da reestruturação da dívida pública portuguesa.
“Nós achamos que é necessário acarinhar e valorizar esse consenso e por isso teremos um projeto de resolução que acompanhará ipsis verbis aquele que foi o manifesto apresentado e que transformou-se agora em petição”, afirmou Pedro Filipe Soares, em declarações recolhidas pela Antena 1.
“Temos toda a abertura, como disse, para discutir essa reestruturação da dívida nos termos exatos que os peticionários trouxeram no manifesto dos 70. Da nossa parte, não esgotando as nossas propostas, consideramos que é um bom prenúncio de debate e que é de facto o consenso que deveria imperar aqui, também, na Assembleia da República”, acrescentou.
Os trabalhos desta iniciativa do braço parlamentar do Bloco terão como quartel-general o Museu Municipal de Faro. Arrancam ao final da manhã desta segunda-feira com discursos de Pedro Filipe Soares e da eurodeputada Marisa Matias, cabeça-de-lista para as eleições de maio. Antes disso, uma delegação do partido desloca-se à Universidade de Faro.
Na agenda do primeiro dia constam ainda uma viagem de barco com pescadores, em Tavira, e um jantar em Olhão. Para terça-feira está prevista uma visita de João Semedo, coordenador do partido, a uma estrutura de desabituação de drogas em Olhão. É também no segundo e último dia das jornadas que o Bloco apresentará diferentes propostas legislativas a submeter a discussão no Parlamento.
Corpo ao manifesto
Nos planos do grupo parlamentar do BE está a apresentação de um projeto de resolução que enquadre a petição nascida do manifesto assinado por 74 personalidades em defesa da reestruturação da dívida pública portuguesa.
“Nós achamos que é necessário acarinhar e valorizar esse consenso e por isso teremos um projeto de resolução que acompanhará ipsis verbis aquele que foi o manifesto apresentado e que transformou-se agora em petição”, afirmou Pedro Filipe Soares, em declarações recolhidas pela Antena 1.
“Temos toda a abertura, como disse, para discutir essa reestruturação da dívida nos termos exatos que os peticionários trouxeram no manifesto dos 70. Da nossa parte, não esgotando as nossas propostas, consideramos que é um bom prenúncio de debate e que é de facto o consenso que deveria imperar aqui, também, na Assembleia da República”, acrescentou.