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Primeiro-ministro abre debate do Estado da Nação com exames no centro da polémica

"Inaceitável". PS acusa Governo de instrumentalizar Estado ao serviço do partido

"Inaceitável". PS acusa Governo de instrumentalizar Estado ao serviço do partido

O porta-voz da candidatura PS às legislativas acusa o Governo de instrumentalização do Estado com fins partidários e dá como exemplo a reunião de hoje do Conselho de Ministros, bem como o comunicado divulgado ontem pelo Gabinete do primeiro-ministro sobre as notícias que envolvem a Câmara de Espinho e a sociedade de advogados a que pertenceu Luís Montenegro.

Antena 1 /

Foto: Paulo Novais - Lusa

Em declarações na sede do PS, Marcos Perestrello falou em promiscuidade e afirmou que a situação é inaceitável.

Questionado sobre as declarações do presidente da República que diz não querer comentar o que entende como questões de "campanha eleitoral" e de "mobilização partidária". Marcos Perestrello considera que é Marcelo Rebelo de Sousa quem identifica o momento de hoje como uma ação de campanha.


Questionado sobre se o PS vai avançar com alguma queixa na Comissão Nacional de Eleições, o porta-voz socialista confirma que o partido já apresentou e que pode continuar a apresentar reclamações, mas defende que o que está em causa são questões de "lealdade e seriedade".
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