Política
Presidenciais 2026
Presidenciais 2026. André Ventura foi o candidato que partilhou mais desinformação nas redes sociais
Os conteúdos desinformativos nos perfis dos candidatos ultrapassaram 12.8 milhões de visualizações, segundo o relatório "Desinformação nas Presidenciais 2026: atividade dos candidatos nas redes sociais".
Nas eleições presidenciais deste ano, a candidatura de André Ventura foi a que registou a divulgação de mais conteúdos desinformativos nas redes sociais. A conclusão é de uma investigação desenvolvida pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) em conjunto com o LabCom-UBI.
“André Ventura é o candidato que mais divulgou conteúdos desinformativos nas redes sociais, sendo responsável por 88,5%” dos 26 casos analisados, lê-se no relatório.
A pré-candidata Joana Amaral Dias, cuja candidatura não foi admitida pelo Tribunal Constitucional, foi responsável por 7,7% dos casos. Já André Pestana publicou 3,8% dos casos identificados.
“A descredibilização dos media foi o tipo de desinformação mais frequente”, com 27% dos casos, “evidenciando uma estratégia consistente de erosão da confiança nos órgãos de comunicação social”, alerta a ERC.
Em segundo lugar surgem as sondagens produzidas por empresas não credenciadas pela ERC, com 23,1% dos casos.
Também o “recurso crescente à Inteligência Artificial para gerar ou alterar conteúdos” foi identificado em várias situações.Mais de nove milhões de contas podem ter sido expostas a desinformação
Entre 17 de novembro de 2025, data do primeiro debate televisivo entre candidatos, e 8 de fevereiro de 2026, dia da segunda volta das eleições, os autores da investigação monitorizaram “de forma sistemática” as publicações de 12 pré-candidatos e candidatos nas redes sociais.
No total, a equipa do LabCom-UBI analisou 8.047 mensagens dos candidatos, identificando 26 casos de desinformação que foram depois analisados pela ERC. Essa análise resultou na abertura de oito processos de averiguação.
Estima-se que mais de nove milhões de contas nas redes sociais possam ter sido expostas a conteúdos desinformativos difundidos pelos pré-candidatos e candidatos durante estas eleições.
O estudo analisou as dinâmicas de desinformação nas redes sociais durante as eleições presidenciais de 2026, incidindo sobre a atividade dos pré-candidatos e candidatos com maior expressão nas intenções de voto e maior número de seguidores nas plataformas digitais.
“O objetivo consistiu em identificar narrativas suscetíveis de distorcer a perceção da realidade política, contribuindo para a redução do impacto da desinformação nas decisões dos cidadãos no momento de voto”, explica a ERC.
“André Ventura é o candidato que mais divulgou conteúdos desinformativos nas redes sociais, sendo responsável por 88,5%” dos 26 casos analisados, lê-se no relatório.
A pré-candidata Joana Amaral Dias, cuja candidatura não foi admitida pelo Tribunal Constitucional, foi responsável por 7,7% dos casos. Já André Pestana publicou 3,8% dos casos identificados.
“A descredibilização dos media foi o tipo de desinformação mais frequente”, com 27% dos casos, “evidenciando uma estratégia consistente de erosão da confiança nos órgãos de comunicação social”, alerta a ERC.
Em segundo lugar surgem as sondagens produzidas por empresas não credenciadas pela ERC, com 23,1% dos casos.
Também o “recurso crescente à Inteligência Artificial para gerar ou alterar conteúdos” foi identificado em várias situações.Mais de nove milhões de contas podem ter sido expostas a desinformação
Entre 17 de novembro de 2025, data do primeiro debate televisivo entre candidatos, e 8 de fevereiro de 2026, dia da segunda volta das eleições, os autores da investigação monitorizaram “de forma sistemática” as publicações de 12 pré-candidatos e candidatos nas redes sociais.
No total, a equipa do LabCom-UBI analisou 8.047 mensagens dos candidatos, identificando 26 casos de desinformação que foram depois analisados pela ERC. Essa análise resultou na abertura de oito processos de averiguação.
Estima-se que mais de nove milhões de contas nas redes sociais possam ter sido expostas a conteúdos desinformativos difundidos pelos pré-candidatos e candidatos durante estas eleições.
O estudo analisou as dinâmicas de desinformação nas redes sociais durante as eleições presidenciais de 2026, incidindo sobre a atividade dos pré-candidatos e candidatos com maior expressão nas intenções de voto e maior número de seguidores nas plataformas digitais.
“O objetivo consistiu em identificar narrativas suscetíveis de distorcer a perceção da realidade política, contribuindo para a redução do impacto da desinformação nas decisões dos cidadãos no momento de voto”, explica a ERC.