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Amnistia acusa Israel de matar sem razão médicos e socorristas no Líbano
A Amnistia Internacional acusou Israel de ter assassinado diversos profissionais de saúde e socorristas no Líbano, alegando, sem provas, que ambulâncias e instalações de saúde estavam a ser utilizadas para fins militares.
Essas alegações “não justificam considerar hospitais, instalações médicas ou transporte médico como campos de batalha, nem tratar médicos e paramédicos como alvos”, afirmou a diretora regional adjunta para o Médio Oriente e Norte de África da Amnistia Internacional, Kristine Beckerle, em comunicado hoje divulgado.
A responsável lembrou que os profissionais de saúde “arriscam as suas vidas para salvar outras”, e que os hospitais e ambulâncias são especificamente protegidos pelo direito internacional humanitário.
Essas alegações “não justificam considerar hospitais, instalações médicas ou transporte médico como campos de batalha, nem tratar médicos e paramédicos como alvos”, afirmou a diretora regional adjunta para o Médio Oriente e Norte de África da Amnistia Internacional, Kristine Beckerle, em comunicado hoje divulgado.
A responsável lembrou que os profissionais de saúde “arriscam as suas vidas para salvar outras”, e que os hospitais e ambulâncias são especificamente protegidos pelo direito internacional humanitário.