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André Ventura critica verbas gastas nas celebrações do 25 de Abril
Num gesto semelhante ao do ano passado, o líder do Chega apresentou-se de cravo verde na lapela, que afirmou ser “símbolo da nossa comunidade portuguesa no mundo inteiro”.
André Ventura assinalou no discurso que o 25 de Abril deve ser o dia “da liberdade de todos” e que o partido que lidera pretende assumir “a nossa história como um todo”. “Esta enorme nação começou há muitos séculos atrás”, vincou. Para o presidente do Chega, “mais importante que a reforma do Estado ou a reforma laboral” são as reformas “miseráveis” de muitos idosos.
Criticou ainda “os que foram cantar para o Largo do Carmo, andar com flores para a frente e para trás”, os gastos com “cravos”, os pedidos de museus e as despesas com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril ao longe de dois anos, enquanto se esquecem os antigos combatentes. “Eles são parte da nossa história”, assinalou.
“Mais do que cravos”, os portugueses querem acesso à habitação ou à saúde e um país sem corrupção, disse André Ventura, lembrando que “nunca tantos tiveram seguros de saúde para ter direito a uma saúde que o país lhe prometeu”.
Para o líder do Chega, nasceu em Portugal “uma nova classe de silenciados”. Neste ponto, aproveitou para elencar vários problemas no país e ligá-los aos temas recorrentes do partido, com um discurso contra a imigração e a comunidade cigana e em defesa das forças de segurança.
Os portugueses “não querem mais cravos e flores, querem ter voz”, afirmou ainda.
André Ventura assinalou no discurso que o 25 de Abril deve ser o dia “da liberdade de todos” e que o partido que lidera pretende assumir “a nossa história como um todo”. “Esta enorme nação começou há muitos séculos atrás”, vincou. Para o presidente do Chega, “mais importante que a reforma do Estado ou a reforma laboral” são as reformas “miseráveis” de muitos idosos.
Criticou ainda “os que foram cantar para o Largo do Carmo, andar com flores para a frente e para trás”, os gastos com “cravos”, os pedidos de museus e as despesas com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril ao longe de dois anos, enquanto se esquecem os antigos combatentes. “Eles são parte da nossa história”, assinalou.
“Mais do que cravos”, os portugueses querem acesso à habitação ou à saúde e um país sem corrupção, disse André Ventura, lembrando que “nunca tantos tiveram seguros de saúde para ter direito a uma saúde que o país lhe prometeu”.
Para o líder do Chega, nasceu em Portugal “uma nova classe de silenciados”. Neste ponto, aproveitou para elencar vários problemas no país e ligá-los aos temas recorrentes do partido, com um discurso contra a imigração e a comunidade cigana e em defesa das forças de segurança.
Os portugueses “não querem mais cravos e flores, querem ter voz”, afirmou ainda.