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Associação de Médicos de Saúde Pública admite otimismo mas não esconde que ainda há "incertezas"
O presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública admite que este "ambiente teve de ser controlado", devido a uma certa "incerteza sobre o que se estava a passar" a bordo do cruzeiro.
"Foram determinadas medidas por cima, no sentido de tentar evitar uma eventual transmissão de pessoa a pessoa", explicou à RTP Bernardo Gomes, adiantando que para já nenhum dos passageiros está sintomático.
Agora as pessoas serão acompanhadas, o que diminui o risco para a saúde das próprias e para eventuais contágios.
"Isto agora é um jogo de espera. A incubação deste vírus é longa (...). E para um período de incubação longo, isto em termos de Saúde Pública tem uma consequência: é mais fácil controlar os contactos, é mais fácil identificá-los, porque a doença não se multiplica de uma forma tão rápida; mas temos de esperar".
O presidente da organização admite que os profissionais de saúde estão otimistas, mas não esconde que "ainda há incertezas".
Agora as pessoas serão acompanhadas, o que diminui o risco para a saúde das próprias e para eventuais contágios.
"Isto agora é um jogo de espera. A incubação deste vírus é longa (...). E para um período de incubação longo, isto em termos de Saúde Pública tem uma consequência: é mais fácil controlar os contactos, é mais fácil identificá-los, porque a doença não se multiplica de uma forma tão rápida; mas temos de esperar".
O presidente da organização admite que os profissionais de saúde estão otimistas, mas não esconde que "ainda há incertezas".