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Áustria liberta primeiro lote das suas reservas estratégicas de petróleo
O Estado austríaco vendeu 56.000 toneladas de crude das suas reservas estratégicas ao consórcio OMV, libertando assim o primeiro lote com que contribui para o plano da Agência Internacional da Energia (IEA), para estabilizar o mercado petrolífero.
Numa declaração, citada pela agência EFE, o Ministério da Economia do país assegura "está atualmente bem abastecido", embora não se excluam possíveis problemas de abastecimento num futuro próximo, tendo em conta a situação gerada pelo conflito no Irão.
A nota aponta cortes de produção em vários países do Golfo Pérsico causados por ataques iranianos a instalações da indústria petrolífera e o encerramento do estreito de Ormuz.
"Cenários europeus indicam que perturbações prolongadas nas cadeias internacionais de abastecimento serão sentidas na Europa com algum atraso. Se a crise persistir, a Comissão Europeia espera uma diminuição do fornecimento disponível na Europa a partir de maio, especificamente em gasóleo e querosene", afirmou.
Assim, em linha com uma "ação coletiva" acordada pelos países membros da AIE, o parlamento austríaco aprovou a 25 de março a libertação de 325.000 toneladas métricas de crude, equivalentes a cerca de 2,3 milhões de barris, provenientes de reservas estratégicas.
"Numa primeira fase, a empresa OMV adquiriu 56.000 toneladas" a preços de mercado, disse hoje o ministério sem especificar as cotações.
A quantidade libertada representa 2% do total das reservas estratégicas armazenadas na Áustria, que deverão cobrir o consumo interno durante 90 dias, um nível que seria reduzido em 11 dias se a libertação total do volume disponibilizado fosse concluída.
De acordo com o acordo, a OMV, operadora da única refinaria da Áustria, comprometeu-se a comercializar exclusivamente neste país os produtos derivados do 'ouro negro' das reservas.
Lusa
Numa declaração, citada pela agência EFE, o Ministério da Economia do país assegura "está atualmente bem abastecido", embora não se excluam possíveis problemas de abastecimento num futuro próximo, tendo em conta a situação gerada pelo conflito no Irão.
A nota aponta cortes de produção em vários países do Golfo Pérsico causados por ataques iranianos a instalações da indústria petrolífera e o encerramento do estreito de Ormuz.
"Cenários europeus indicam que perturbações prolongadas nas cadeias internacionais de abastecimento serão sentidas na Europa com algum atraso. Se a crise persistir, a Comissão Europeia espera uma diminuição do fornecimento disponível na Europa a partir de maio, especificamente em gasóleo e querosene", afirmou.
Assim, em linha com uma "ação coletiva" acordada pelos países membros da AIE, o parlamento austríaco aprovou a 25 de março a libertação de 325.000 toneladas métricas de crude, equivalentes a cerca de 2,3 milhões de barris, provenientes de reservas estratégicas.
"Numa primeira fase, a empresa OMV adquiriu 56.000 toneladas" a preços de mercado, disse hoje o ministério sem especificar as cotações.
A quantidade libertada representa 2% do total das reservas estratégicas armazenadas na Áustria, que deverão cobrir o consumo interno durante 90 dias, um nível que seria reduzido em 11 dias se a libertação total do volume disponibilizado fosse concluída.
De acordo com o acordo, a OMV, operadora da única refinaria da Áustria, comprometeu-se a comercializar exclusivamente neste país os produtos derivados do 'ouro negro' das reservas.
Lusa