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Autarquia pede isenção temporária de portagens na A33
A Câmara Municipal do Seixal pediu este sábado ao ministro das Infraestruturas e Habitação a "isenção temporária de portagens na A33, em virtude do corte da Estrada Nacional 378, motivado pelas atuais condições meteorológicas adversas e enquanto se mantiver o mesmo, de forma a mitigar o impacto desta situação na população de Fernão Ferro e nos restantes utilizadores afetados".
"A EN378 constitui uma via fundamental de ligação entre os concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra, sendo igualmente um eixo rodoviário essencial para a população do Concelho do Seixal e em particular de Fernão Ferro, que diariamente utiliza esta estrada para deslocações profissionais, escolares e de acesso a serviços de saúde e comércio", sublinha a Câmara Municipal.
“Com o encerramento da EN378, a A33 tornou-se, na prática, a principal alternativa viável para assegurar a mobilidade entre as localidades acima referidas, não existindo, em muitos casos, percursos alternativos com condições semelhantes de segurança e tempo de viagem”, vinca o presidente da Câmara, Paulo Silva.
Ainda segundo o autarca, a “manutenção da cobrança de portagens na A33 representa um encargo acrescido e inevitável para os munícipes, que se veem obrigados a utilizar esta via como consequência direta de uma situação alheia à sua vontade”.
"A EN378 constitui uma via fundamental de ligação entre os concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra, sendo igualmente um eixo rodoviário essencial para a população do Concelho do Seixal e em particular de Fernão Ferro, que diariamente utiliza esta estrada para deslocações profissionais, escolares e de acesso a serviços de saúde e comércio", sublinha a Câmara Municipal.
“Com o encerramento da EN378, a A33 tornou-se, na prática, a principal alternativa viável para assegurar a mobilidade entre as localidades acima referidas, não existindo, em muitos casos, percursos alternativos com condições semelhantes de segurança e tempo de viagem”, vinca o presidente da Câmara, Paulo Silva.
Ainda segundo o autarca, a “manutenção da cobrança de portagens na A33 representa um encargo acrescido e inevitável para os munícipes, que se veem obrigados a utilizar esta via como consequência direta de uma situação alheia à sua vontade”.