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Bagdad não quer o espaço aéreo iraquiano usado para atacar países vizinhos
O espaço aéreo iraquiano não deve ser utilizado para lançar ataques contra países vizinhos, afirmou o primeiro-ministro iraquiano, Mohammad Shia al-Soudani, esta terça-feira, durante uma chamada telefónica com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Desde o início da guerra que assolou o Médio Oriente com a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, país que faz fronteira com o Iraque, que o espaço aéreo iraquiano tem sido atravessado diariamente por aeronaves com destino ao território iraniano ou por mísseis disparados por Teerão.
Na sua ligação a Rubio, o primeiro-ministro iraquiano enfatizou "a importância de garantir que o espaço aéreo, o território e as águas territoriais do Iraque não são utilizados para ações militares contra países vizinhos ou em qualquer outro lugar da região", segundo um comunicado do gabinete de Soudani.
O primeiro-ministro rejeitou "qualquer tentativa de arrastar o país para os conflitos em curso", bem como "qualquer violação do seu espaço aéreo por qualquer das partes" envolvidas.
O Irão exerce uma influência considerável no Iraque, onde apoia grupos armados cujo papel político e económico tem crescido nos últimos anos.
Durante décadas, os líderes do país têm mantido um equilíbrio delicado, esforçando-se por conciliar esta aliança com Teerão com uma parceria com Washington.
Por seu lado, Marco Rubio condenou "os ataques terroristas levados a cabo pelo Irão e pelas suas milícias aliadas no Iraque", particularmente contra a região autónoma do Curdistão, no norte do país, segundo um comunicado do Departamento de Estado dos EUA.
Exortou o Iraque a "tomar todas as medidas necessárias para proteger o pessoal e as instalações diplomáticas dos EUA".
No sábado, rockets disparados contra a embaixada dos EUA em Bagdad foram intercetados pelas defesas aéreas.
Na sua ligação a Rubio, o primeiro-ministro iraquiano enfatizou "a importância de garantir que o espaço aéreo, o território e as águas territoriais do Iraque não são utilizados para ações militares contra países vizinhos ou em qualquer outro lugar da região", segundo um comunicado do gabinete de Soudani.
O primeiro-ministro rejeitou "qualquer tentativa de arrastar o país para os conflitos em curso", bem como "qualquer violação do seu espaço aéreo por qualquer das partes" envolvidas.
O Irão exerce uma influência considerável no Iraque, onde apoia grupos armados cujo papel político e económico tem crescido nos últimos anos.
Durante décadas, os líderes do país têm mantido um equilíbrio delicado, esforçando-se por conciliar esta aliança com Teerão com uma parceria com Washington.
Por seu lado, Marco Rubio condenou "os ataques terroristas levados a cabo pelo Irão e pelas suas milícias aliadas no Iraque", particularmente contra a região autónoma do Curdistão, no norte do país, segundo um comunicado do Departamento de Estado dos EUA.
Exortou o Iraque a "tomar todas as medidas necessárias para proteger o pessoal e as instalações diplomáticas dos EUA".
No sábado, rockets disparados contra a embaixada dos EUA em Bagdad foram intercetados pelas defesas aéreas.