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Brisa vai comparticipar 30% do custo da isenção de portagens
O presidente executivo (CEO) da Brisa, António Pires de Lima, revelou hoje que a concessionária irá comparticipar em 30% o custo de isenção de portagens em zonas afetadas pelo mau tempo, decidido pelo Governo.
"O Governo entrou em contacto connosco comunicando os troços que gostaria de isentar de portagens de hoje à meia-noite e durante os próximos oito dias e solicitou também este apoio por parte do Grupo Brisa, das nossas várias concessões, a BCR, a Brisal, a Autoestradas do Atlântico e as Autoestradas do Litoral Oeste", referiu, indicando que o grupo, muito além daquilo que são as suas "obrigações do contrato de concessão", acedeu "a suportar 30% do custo desta isenção".
"A Brisa vai fazer um esforço relevante, que estimamos pode oscilar entre os 300 e 500 mil euros, nesta decisão política que nos ultrapassa, mas com a qual queremos mostrar também a nossa solidariedade", destacou Pires de Lima.
O CEO da Brisa disse ainda que, como os troços foram comunicados "muito recentemente", a empresa não dispõe do "valor exato" do que irá custar ao Estado.
Pires de Lima deixou ainda "uma nota de enorme solidariedade para com todas as pessoas e todas as famílias que têm vindo a ser afetadas", salientando há "160 famílias, pessoas que trabalham no Grupo Brisa e que ficaram também sem parte dos seus haveres e com problemas nas suas casas".
O grupo tem "mais de 200 operacionais vindos de diferentes regiões do país concentrados em manter as nossas autoestradas, apesar da adversidade climatérica, funcionais, acessíveis e em segurança", acrescentou.
As isenções de portagens, durante uma semana, para facilitar a mobilidade nas zonas mais afetadas pela depressão Kristin abrangem quatro troços com origem e destino em nós das autoestradas 8, 17, 14 e 19, esclareceu hoje o Governo.
"A Brisa vai fazer um esforço relevante, que estimamos pode oscilar entre os 300 e 500 mil euros, nesta decisão política que nos ultrapassa, mas com a qual queremos mostrar também a nossa solidariedade", destacou Pires de Lima.
O CEO da Brisa disse ainda que, como os troços foram comunicados "muito recentemente", a empresa não dispõe do "valor exato" do que irá custar ao Estado.
Pires de Lima deixou ainda "uma nota de enorme solidariedade para com todas as pessoas e todas as famílias que têm vindo a ser afetadas", salientando há "160 famílias, pessoas que trabalham no Grupo Brisa e que ficaram também sem parte dos seus haveres e com problemas nas suas casas".
O grupo tem "mais de 200 operacionais vindos de diferentes regiões do país concentrados em manter as nossas autoestradas, apesar da adversidade climatérica, funcionais, acessíveis e em segurança", acrescentou.
As isenções de portagens, durante uma semana, para facilitar a mobilidade nas zonas mais afetadas pela depressão Kristin abrangem quatro troços com origem e destino em nós das autoestradas 8, 17, 14 e 19, esclareceu hoje o Governo.