Especiais
Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido "profundamente preocupados" com escalada da violência no Líbano
Num comunicado conjunto, os líderes do Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido manifestam profunda preocupação com a escalada de violência mo Líbano apelam aos representantes israelitas e libaneses "para que se se envolvam em negociações construtivas com o objetivo de encontrar uma solução política duradoura".
“Apoiamos veementemente as iniciativas para facilitar as negociações e instamos as partes a pôr um fim imediato a esta escalada”, lê-se no comunicado.
Os líderes destes cinco países condenam a decisão do Hezbollah de se juntar ao Irão nas hostilidades, assim como os ataques contra civis, infraestruturas civis, profissionais de saúde e hospitais, bem como contra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano.
“Estes ataques são inaceitáveis e apelamos a todas as partes para que atuem em conformidade com o direito internacional humanitário”, apelam.
Os líderes alertam que uma ofensiva terrestre israelita de grande escala “teria consequências humanitárias devastadoras e poderia conduzir a um conflito prolongado” e afirmam que “isso deve ser evitado”.
“Reiteramos o nosso apelo à plena implementação da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU por todas as partes e apoiamos os esforços do governo libanês para desarmar o Hezbollah, proibir as suas atividades militares e pôr fim às suas operações armadas. Manifestamos a nossa solidariedade para com o governo e o povo do Líbano, que estão a ser arrastados para este conflito contra a sua vontade”, declaram.
Os líderes destes cinco países condenam a decisão do Hezbollah de se juntar ao Irão nas hostilidades, assim como os ataques contra civis, infraestruturas civis, profissionais de saúde e hospitais, bem como contra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano.
“Estes ataques são inaceitáveis e apelamos a todas as partes para que atuem em conformidade com o direito internacional humanitário”, apelam.
Os líderes alertam que uma ofensiva terrestre israelita de grande escala “teria consequências humanitárias devastadoras e poderia conduzir a um conflito prolongado” e afirmam que “isso deve ser evitado”.
“Reiteramos o nosso apelo à plena implementação da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU por todas as partes e apoiamos os esforços do governo libanês para desarmar o Hezbollah, proibir as suas atividades militares e pôr fim às suas operações armadas. Manifestamos a nossa solidariedade para com o governo e o povo do Líbano, que estão a ser arrastados para este conflito contra a sua vontade”, declaram.