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Carga fiscal desceu efetivamente entre 2024 e 2025 em Portugal
Paulo Núncio, líder parlamentar do CDS-PP, partido da coligação governamental, disse que o governo já está "mesmo a reduzir os impostos sobre as famílias portuguesas e nos rendimentos que mais contam, os rendimentos de trabalho".
"Os dados oficiais são o maior antídoto contra a demagogia e contra o populismo", acrescentou, exemplificando com os dados da AT referentes a 2024, publicados segunda-feira, os quais "demonstram que os rendimentos declaradis pelas famílias portuguesas aumentarm 10 por cento", apesar da tributação sobre esses rendimentos ter sido reduzida em 2.2 pp.
Também a OCDE publicou dados sobre a redução da carga fiscal sobtre o trabalho, apontando que, em 2025, esta voltou a reduzir pelo segunda ano consecutivo, acrescentou Núncio, quando no plano geral da OCDE voltou a subir, especialmente em Espanha.
Núncio pergunta à oposição "à eaquerda enão só" se quer "uma carga fiscal à Pedro Sanchez", o primeiro-ministro espanhol e ao primeiro-ministro se a política de redução de impostos em Portugal é para manter.
Luís Montenegro agradece a oportunidade da pergunta do CDS, uma vez que a questão da carga fiscal foi "ignorada" pela esquerda.
No relatório da OCDE, Portugal passou da 10ª posição em países com maior carga fiscal, para a 16ª, em 2024, e 18ª, em 2025, implicando que os impostos têm estado em queda, referiu o primeiro-ministro.
Já a parte contirbutiva aumentou nestes dois anos, deivo ao aumento dos salários, acrescentou.
"Vamos continuar esta estratégia, porque esta é uma estratégia virtuosa", respondeu a Paulo Núncio.