Especiais
Cargueiro apreendido pelos EUA: Irão pede à ONU que condene violação do cessar-fogo
O Irão pediu na terça-feira à ONU que condene a apreensão, na segunda-feira, do navio cargueiro iraniano Touska pelos EUA, classificando o ato como pirataria e uma clara violação do cessar-fogo entre Teerão e Washington.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou no domingo que a Marinha norte-americana tinha disparado contra o Touska, um navio cargueiro de bandeira iraniana sujeito a sanções do Departamento do Tesouro dos EUA, no Golfo de Omã, e assumido o controlo da embarcação.
"Tal comportamento apresenta as características da pirataria e representa uma escalada perigosa que põe em sério risco a segurança de rotas marítimas cruciais", escreveu o embaixador iraniano nas Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, numa carta ao Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral na terça-feira.
"Além disso, este ato ilegal constitui uma violação clara e consequente do cessar-fogo de 8 de abril" e um "ato de agressão" nos termos da Carta da ONU, acrescentou.
"Além disso, este ato ilegal constitui uma violação clara e consequente do cessar-fogo de 8 de abril" e um "ato de agressão" nos termos da Carta da ONU, acrescentou.
"O Irão apela, por isso, “às Nações Unidas, em particular ao Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral, para que tomem uma posição imediata, firme e baseada em princípios, condenando este ato de agressão, garantindo que os responsáveis sejam responsabilizados e exigindo que os Estados Unidos libertem o navio, a sua tripulação e as suas famílias”, insiste a carta.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou no domingo que a Marinha norte-americana tinha disparado contra o Touska, um navio cargueiro de bandeira iraniana sujeito a sanções do Departamento do Tesouro dos EUA, no Golfo de Omã, e assumido o controlo da embarcação.
"Tal comportamento apresenta as características da pirataria e representa uma escalada perigosa que põe em sério risco a segurança de rotas marítimas cruciais", escreveu o embaixador iraniano nas Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, numa carta ao Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral na terça-feira.
"Além disso, este ato ilegal constitui uma violação clara e consequente do cessar-fogo de 8 de abril" e um "ato de agressão" nos termos da Carta da ONU, acrescentou.
"Além disso, este ato ilegal constitui uma violação clara e consequente do cessar-fogo de 8 de abril" e um "ato de agressão" nos termos da Carta da ONU, acrescentou.
"O Irão apela, por isso, “às Nações Unidas, em particular ao Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral, para que tomem uma posição imediata, firme e baseada em princípios, condenando este ato de agressão, garantindo que os responsáveis sejam responsabilizados e exigindo que os Estados Unidos libertem o navio, a sua tripulação e as suas famílias”, insiste a carta.