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CGTP diz que foi a "força dos trabalhadores" a decidir o sentido de voto
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, fala em “11 meses de luta, 11 meses de uma entrega intensa”.
“Esta é uma vitória dos trabalhadores”, declarou, confessando que não estava à espera deste desfecho.
“Não era o desfecho que se esperava”, mas “mesmo aqueles que até à última da hora tentavam encontrar argumentos para ter um posicionamento diferente de hoje foram conduzidos pela força dos trabalhadores (…) a ter o voto que tiveram”, afirmou.
Agora “a luta continua, porque é preciso inverter a política no sentido de valorizar os salários, de continuar a combater a precariedade ou a desregulação dos horários de trabalho”, avisou Tiago Oliveira.
O responsável sindical disse ainda que “o Governo foi profundamente derrotado em todo este processo” e “tem de aprender uma lição: tem de olhar para a maioria, tem de olhar para quem trabalha”.
“Esta é uma vitória dos trabalhadores”, declarou, confessando que não estava à espera deste desfecho.
“Não era o desfecho que se esperava”, mas “mesmo aqueles que até à última da hora tentavam encontrar argumentos para ter um posicionamento diferente de hoje foram conduzidos pela força dos trabalhadores (…) a ter o voto que tiveram”, afirmou.
Agora “a luta continua, porque é preciso inverter a política no sentido de valorizar os salários, de continuar a combater a precariedade ou a desregulação dos horários de trabalho”, avisou Tiago Oliveira.
O responsável sindical disse ainda que “o Governo foi profundamente derrotado em todo este processo” e “tem de aprender uma lição: tem de olhar para a maioria, tem de olhar para quem trabalha”.