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CGTP-IN pediu veto a Seguro. Pacote laboral está "ferido de inconstitucionalidades"
A CGTP-IN transmitiu a António José Seguro a sua posição, que tem vindo a assumir, de que o presidente da República devia optar pelo "veto" à nova legislação laboral, caso não houvesse acordo na concertação social.
À saída da reunião, Tiago Oliveira, secretário-geral da Intersindical, lembrando ainda que a CGTP considera este pacote laboral "um retrocesso", acrescentando que está também ferido de inconstitucionalidades, "principalmente pelo afastamento da CGTP", prometendo que os trabalhadores vão reagir.
À saída da reunião, Tiago Oliveira, secretário-geral da Intersindical, lembrando ainda que a CGTP considera este pacote laboral "um retrocesso", acrescentando que está também ferido de inconstitucionalidades, "principalmente pelo afastamento da CGTP", prometendo que os trabalhadores vão reagir.
"O governo tem de ouvir a maioria e tem de retirar o pacote laboral porque essa á exigência dos trabalhadores", exigiu.
Tiago Oliveira lembrou que "a maioria dos trabalhadores se pronunciaram no sentido de rejeitar" a proposta de alterações do executivo, numa alusão à greve geral de 11 de dezembro.
"Não há por onde fugir", afirmou, acusando o Governo de ser "inimigo dos trabalhadores" porque, "de forma ilegítima, quer continuar a trilhar este percurso, indo ao arrepio da vontade dos trabalhadores".
Ao presidente da República, a delegação da CGTP liderada por Tiago Oliveira denunciou a tentativa do Governo em afastar a central sindical do processo, contra o disposto na Constituição que, como referiu, determina que "cabe às associações sindicais participar na construção da legislação laboral".
"Quando este Governo afasta a maior central sindical do país da construção deste processo, porque não quer discutir as propostas com os trabalhadores, está aqui um processo que está ferido desde o início", disse ainda.
"Não há por onde fugir", afirmou, acusando o Governo de ser "inimigo dos trabalhadores" porque, "de forma ilegítima, quer continuar a trilhar este percurso, indo ao arrepio da vontade dos trabalhadores".
Ao presidente da República, a delegação da CGTP liderada por Tiago Oliveira denunciou a tentativa do Governo em afastar a central sindical do processo, contra o disposto na Constituição que, como referiu, determina que "cabe às associações sindicais participar na construção da legislação laboral".
"Quando este Governo afasta a maior central sindical do país da construção deste processo, porque não quer discutir as propostas com os trabalhadores, está aqui um processo que está ferido desde o início", disse ainda.
c/Lusa