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China pede cessação imediata das operações militares
A China respondeu às declarações de Donald Trump que, em entrevista ao jornal britânico Financial Times, ameaçou adiar a cimeira com o líder chinês Xi Jinping caso Pequim não envie ajuda para garantir a segurança do Estreito de Ormuz.
Questionado sobre os comentários do presidente norte-americano, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China afirmou que "a diplomacia entre chefes de Estado desempenha um papel estratégico insubstituível nas relações China-EUA", acrescentando que "os dois lados mantiveram comunicação relativamente à visita do presidente Trump".
Em resposta a uma pergunta sobre o pedido de Trump para o envio de navios de guerra para o Estreito, Lin Jian disse que as recentes tensões interromperam as rotas comerciais e prejudicaram a paz regional e global.
"A China reitera o seu apelo para que todas as partes cessem imediatamente as operações militares", disse o porta-voz, acrescentando: "Estamos empenhados em promover a desescalada".
Questionado sobre os comentários do presidente norte-americano, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China afirmou que "a diplomacia entre chefes de Estado desempenha um papel estratégico insubstituível nas relações China-EUA", acrescentando que "os dois lados mantiveram comunicação relativamente à visita do presidente Trump".
Em resposta a uma pergunta sobre o pedido de Trump para o envio de navios de guerra para o Estreito, Lin Jian disse que as recentes tensões interromperam as rotas comerciais e prejudicaram a paz regional e global.
"A China reitera o seu apelo para que todas as partes cessem imediatamente as operações militares", disse o porta-voz, acrescentando: "Estamos empenhados em promover a desescalada".