Especiais
Comissão Europeia garante que está empenhada em dar todo o apoio aos "cidadãos da UE"
A Comissão Europeia garante que está focada em apoiar os Estados-membros e proteger os cidadãos das consequências da guerra no Irão, referindo que está a monitorizar os preços da energia, disrupções nos transportes e ameaças à segurança interna.
Num comunicado divulgado após uma reunião extraordinária dos comissários europeus sobre a guerra no Irão convocada pela presidente do executivo comunitário, Ursula von der Leyen, no sábado, a Comissão Europeia diz ter duas prioridades: "apoiar os Estados-membros e proteger os cidadãos da UE das consequências adversas derivadas dos acontecimentos no Irão e no Médio Oriente".
O executivo comunitário afirma que irá aumentar o apoio aos Estados-membros no que se refere ao repatriamento e retirada dos seus cidadãos, incluindo recorrendo ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil e ao Centro de Coordenação de Resposta de Emergência.
"A Comissão também está a reforçar a sua monitorização de possíveis riscos de disrupção a nível de transportes, designadamente no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho, e está a intensificar a coordenação com as companhias aéreas, empresas de transportes e autoridades nacionais", lê-se no comunicado.
No que se refere à energia, a Comissão Europeia indica que está a monitorizar de perto "tanto o preço como a evolução nas cadeias de abastecimento e irá convocar uma 'task force' sobre energia com os Estados-membros", que trabalhará em articulação com a Agência Internacional de Energia e que terá uma reunião já esta semana.
A nível de segurança interna, a Comissão Europeia diz que "mantém um elevado nível de vigilância" e está em "estreita cooperação com a Europol e os Estados-membros no que se refere a potenciais riscos" securitários.
"Por último, no que respeita à migração, a Comissão está a reforçar a sua preparação através de uma monitorização mais rigorosa das tendências e de uma maior cooperação com os países parceiros e as agências da ONU competentes", refere-se.
Num comunicado divulgado após uma reunião extraordinária dos comissários europeus sobre a guerra no Irão convocada pela presidente do executivo comunitário, Ursula von der Leyen, no sábado, a Comissão Europeia diz ter duas prioridades: "apoiar os Estados-membros e proteger os cidadãos da UE das consequências adversas derivadas dos acontecimentos no Irão e no Médio Oriente".
O executivo comunitário afirma que irá aumentar o apoio aos Estados-membros no que se refere ao repatriamento e retirada dos seus cidadãos, incluindo recorrendo ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil e ao Centro de Coordenação de Resposta de Emergência.
"A Comissão também está a reforçar a sua monitorização de possíveis riscos de disrupção a nível de transportes, designadamente no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho, e está a intensificar a coordenação com as companhias aéreas, empresas de transportes e autoridades nacionais", lê-se no comunicado.
No que se refere à energia, a Comissão Europeia indica que está a monitorizar de perto "tanto o preço como a evolução nas cadeias de abastecimento e irá convocar uma 'task force' sobre energia com os Estados-membros", que trabalhará em articulação com a Agência Internacional de Energia e que terá uma reunião já esta semana.
A nível de segurança interna, a Comissão Europeia diz que "mantém um elevado nível de vigilância" e está em "estreita cooperação com a Europol e os Estados-membros no que se refere a potenciais riscos" securitários.
"Por último, no que respeita à migração, a Comissão está a reforçar a sua preparação através de uma monitorização mais rigorosa das tendências e de uma maior cooperação com os países parceiros e as agências da ONU competentes", refere-se.
C/ Lusa