Especiais
Comissão Parlamentar do Irão aprova portagens no Estreito de Ormuz
Uma comissão parlamentar iraniana aprovou um plano para cobrar portagens aos navios que transitam pelo estratégico Estreito de Ormuz, informaram hoje os meios de comunicação estatais.
A televisão estatal iraniana informou, citando um membro da comissão de segurança do parlamento, que o plano inclui "disposições financeiras e sistemas de portagens em rials", a moeda iraniana, bem como a cooperação com Omã, localizado do outro lado do estreito.
O plano inclui ainda "uma proibição de passagem para os americanos e o regime sionista" (Israel), bem como para outros países que impuseram sanções contra o Irão, segundo a mesma fonte.
Em tempos de paz, aproximadamente um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo transita pelo Estreito de Ormuz, que o Irão declarou encerrado à navegação após os ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão, a 28 de fevereiro.
Desde então, o tráfego marítimo caiu cerca de 95%, segundo a plataforma de rastreio marítimo Kpler.
Com países como a Arábia Saudita e Qatar impedidos de expedir as suas exportações de petróleo e gás pela via estratégica, as repercussões estão a fazer-se sentir em todos os mercados globais de energia.
Teerão tem respondido aos ataques também com visando alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.
As infraestruturas energéticas de países vizinhos como o Qatar e a Arábia Saudita têm sido particularmente visadas pelos mísseis iranianos, bem como outras instalações de natureza civil.
Os Estados Unidos defenderam hoje que a situação no Estreito de Ormuz está a melhorar e que, em breve, "retomarão o controlo" desta via marítima estratégica para que os navios petroleiros possam circular pela rota sem restrições.
Lusa
A televisão estatal iraniana informou, citando um membro da comissão de segurança do parlamento, que o plano inclui "disposições financeiras e sistemas de portagens em rials", a moeda iraniana, bem como a cooperação com Omã, localizado do outro lado do estreito.
O plano inclui ainda "uma proibição de passagem para os americanos e o regime sionista" (Israel), bem como para outros países que impuseram sanções contra o Irão, segundo a mesma fonte.
Em tempos de paz, aproximadamente um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo transita pelo Estreito de Ormuz, que o Irão declarou encerrado à navegação após os ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão, a 28 de fevereiro.
Desde então, o tráfego marítimo caiu cerca de 95%, segundo a plataforma de rastreio marítimo Kpler.
Com países como a Arábia Saudita e Qatar impedidos de expedir as suas exportações de petróleo e gás pela via estratégica, as repercussões estão a fazer-se sentir em todos os mercados globais de energia.
Teerão tem respondido aos ataques também com visando alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.
As infraestruturas energéticas de países vizinhos como o Qatar e a Arábia Saudita têm sido particularmente visadas pelos mísseis iranianos, bem como outras instalações de natureza civil.
Os Estados Unidos defenderam hoje que a situação no Estreito de Ormuz está a melhorar e que, em breve, "retomarão o controlo" desta via marítima estratégica para que os navios petroleiros possam circular pela rota sem restrições.
Lusa