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Conflito abranda atividade da Salesforce no Médio Oriente
O diretor-geral da Salesforce para o Sul da Europa, Médio Oriente e África, tecnológica que também está em Portugal, admitiu hoje que o conflito com o Irão abrandou a atividade da empresa no Médio Oriente.
Marco Hernansanz, que também é vice-presidente executivo e é responsável máximo da tecnológica para o mercado português, falava numa pequena conferência de imprensa 'online' onde abordou como a inteligência artificial (IA) está a reconfigurar o setor e o papel dos agentes IA.
Questionado sobre o papel de Portugal para a Salesforce, o executivo salientou que "é um mercado importante, não é grande, mas ainda assim é um mercado importante" para a tecnológica, que tem um escritório no país.
"Temos um escritório numa boa localização. Temos uma boa equipa e também somos parceiros da maioria das grandes empresas", referiu Marco Hernansanz.
Por vezes, "talvez não tenhamos a mesma experiência que vemos no mercado espanhol, pois temos empresas mais globais, como os bancos, que são muito grandes porque operam em vários países", "algumas das principais empresas portuguesas são mais locais e menos diversificadas, mas são bastante inovadoras e também estamos a assistir à contratação de jovens talentos em algumas dessas empresas", prosseguiu.
Perante isso, "acho que o papel do mercado português, para mim, é aumentar o número de histórias inovadoras de empresas que trabalham com o engajamento do cliente em diferentes setores. Somos particularmente fortes nos setores bancário e de 'utilities'", rematou.
Quanto ao impacto do negócio do Médio Oriente, por causa do conflito entre os EUA, Israel e Irão, o vice-presidente executivo e diretor-geral da Salesforce para o Sul da Europa, Médio Oriente e África referiu que a tecnológica tem dado apoio aos seus empregados, clientes e parceiros de várias maneiras.
"Permitimos que as pessoas se realoquem temporariamente para outros locais, trabalhando em casa conforme necessário. Temos uma equipa muito boa a tratar" das medidas de segurança e proteção, entre outras coisas, acrescentou.
Até agora, "estávamos a crescer significativamente" na região, com um escritório no Dubai e outro aberto em Riade, Arábia Saudita, no ano passado.
Portanto, "o que quero dizer é que a Salesforce está muito entusiasmada com as oportunidades da região a longo prazo".
Até o conflito, "estávamos crescendo significativamente" e agora "provavelmente as empresas estão a operar 80% da sua capacidade", rematou o responsável da empresa norte-americana.
Marco Hernansanz, que também é vice-presidente executivo e é responsável máximo da tecnológica para o mercado português, falava numa pequena conferência de imprensa 'online' onde abordou como a inteligência artificial (IA) está a reconfigurar o setor e o papel dos agentes IA.
Questionado sobre o papel de Portugal para a Salesforce, o executivo salientou que "é um mercado importante, não é grande, mas ainda assim é um mercado importante" para a tecnológica, que tem um escritório no país.
"Temos um escritório numa boa localização. Temos uma boa equipa e também somos parceiros da maioria das grandes empresas", referiu Marco Hernansanz.
Por vezes, "talvez não tenhamos a mesma experiência que vemos no mercado espanhol, pois temos empresas mais globais, como os bancos, que são muito grandes porque operam em vários países", "algumas das principais empresas portuguesas são mais locais e menos diversificadas, mas são bastante inovadoras e também estamos a assistir à contratação de jovens talentos em algumas dessas empresas", prosseguiu.
Perante isso, "acho que o papel do mercado português, para mim, é aumentar o número de histórias inovadoras de empresas que trabalham com o engajamento do cliente em diferentes setores. Somos particularmente fortes nos setores bancário e de 'utilities'", rematou.
Quanto ao impacto do negócio do Médio Oriente, por causa do conflito entre os EUA, Israel e Irão, o vice-presidente executivo e diretor-geral da Salesforce para o Sul da Europa, Médio Oriente e África referiu que a tecnológica tem dado apoio aos seus empregados, clientes e parceiros de várias maneiras.
"Permitimos que as pessoas se realoquem temporariamente para outros locais, trabalhando em casa conforme necessário. Temos uma equipa muito boa a tratar" das medidas de segurança e proteção, entre outras coisas, acrescentou.
Até agora, "estávamos a crescer significativamente" na região, com um escritório no Dubai e outro aberto em Riade, Arábia Saudita, no ano passado.
Portanto, "o que quero dizer é que a Salesforce está muito entusiasmada com as oportunidades da região a longo prazo".
Até o conflito, "estávamos crescendo significativamente" e agora "provavelmente as empresas estão a operar 80% da sua capacidade", rematou o responsável da empresa norte-americana.